Sete observadores estrangeiros morrem em queda de helicóptero no Sinai egípcio

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Sete membros de uma força multinacional de observadores, incluindo cinco americanos, um francês e um tcheco, morreram nesta quinta-feira (12) quando o helicóptero em que estavam caiu no Sinai egípcio, informou uma fonte israelense à AFP
Sete membros de uma força multinacional de observadores, incluindo cinco americanos, um francês e um tcheco, morreram nesta quinta-feira (12) quando o helicóptero em que estavam caiu no Sinai egípcio, informou uma fonte israelense à AFP

Sete membros de uma força multinacional de observadores, incluindo cinco americanos, um francês e um tcheco, morreram nesta quinta-feira (12) quando o helicóptero em que estavam caiu no Sinai egípcio, informou uma fonte israelense à AFP.

"Estamos profundamente entristecidos pela perda de sete de nossos colegas militares de três países, mortos em m acidente de helicóptero em uma missão de rotina", informou a força na noite desta quinta-feira em comunicado.

Um balanço anterior relatou oito mortes no acidente, entre eles seis americanos.

Um membro americano da força sobreviveu ao acidente e foi evacuado para receber atendimento médico, segundo o comunicado que diz que o acidente ocorreu durante uma "missão de rotina perto de Sharm el Sheij, no Egito".

Em praga, o exército tcheco garantiu em comunicado que "a causa" da queda do helicóptero foi "um incidente técnico".

Os anexos ao tratado de paz israelense-egípcio de 1979 preveem a desmilitarização do Sinai, onde desde o início dos anos 1980 esta força multinacional (MFO - Multinational Force and Observers) está posicionada, garantindo o cumprimento do acordo.

Israel é um dos países fundadores dessa missão, que não está vinculada às Nações Unidas.

A força conta com cerca de 1.100 soldados de diversos países, destacados no Sinai egípcio, onde estão presentes vários grupos armados, como a organização Estado Islâmico (EI).

Em fevereiro de 2018, as autoridades egípcias lançaram uma operação contra as milícias islamitas, principalmente no norte do Sinai, perto de Israel e da Faixa de Gaza.

Desde o início da operação, cerca de 930 combatentes supostamente islamitas perderam a vida, assim como dezenas de membros das forças de segurança, de acordo com dados do exército egípcio.

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