“Me sinto melhor sexualmente, mais livre”, comemora Debora Evelyn na maturidade

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Deborah Evelyn é uma mulher segura e sexualmente ativa na maturidade (foto: reprodução/instagram @deborahevelyn_oficial)
Deborah Evelyn é uma mulher segura e sexualmente ativa na maturidade (foto: reprodução/instagram @deborahevelyn_oficial)

Resumo da Notícia:

  • Deborah Evelyn vive uma personagem madura, sexual e segura em "Verdades Secretas 2"

  • A atriz está com 57 anos e contou que não quer viver uma vida sem sexo 

  • Após a menopausa, a atriz começou a fazer reposição hormonal e se sente melhor 

Deborah Evelyn está com tudo vivendo a empresária Betty em “Verdades Secretas 2” e na vida pessoal não é diferente. A atriz contou como é sua relação com o sexo aos 57 anos e empoderou outras mulheres a se conhecerem melhor.

“São centenas de anos com a mulher tendo que ficar quieta no canto dela. Essa é uma das vantagens da idade madura: a gente vai se libertando. Acho que melhorei muito em relação à minha vida sexual porque fui me conhecendo, questionando, falando sobre, acabando com meus pudores”, disse a atriz em entrevista ao “O Globo”.

Livre, empoderada e decidida, Deborah festeja sua sexualidade aos 57. “Me sinto melhor sexualmente, mais livre hoje do que quando tinha 20, 25 anos. Muito mais! Sei do que gosto, como gosto, do que não gosto. Se a gente não falar o que é bom pra gente, como o cara vai saber? Consigo falar numa boa, gosto de falar de sexo, nunca foi um problema para mim. Mas a gente vai amadurecendo”, apontou.

Repondo hormônios por conta da menopausa, Evelyn não quer perder a libido por um desequilíbrio fisiológico. “Não é porque fiz 50 que não vou continuar com uma vida ativa sexualmente, profissionalmente e socialmente. Então, vou fazer tudo que me ajude a continuar me sentindo da melhor maneira possível”, avaliou.

Casada com o arquiteto Detlev Schneider, a atriz ainda falou sobre os acordos que mantém com o marido. “Não temos um casamento aberto. Não vou achar ok se ele tiver algo com outra pessoa. Nem ele, eu. Mas a gente não fica mais tão paranoica com essas coisas. Quando se tem 25 anos, ser traído é o pior dos mundos. Aos 50... Claro que vai ser bem ruim, mas não é a pior coisa do mundo. A gente sabe que não morre disso, que não arranca pedaço. Então, fica mais fácil”, concluiu.

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