Sidney Magal conta que fã teve orgasmo ao encostar nele, elogia casamento de 42 anos e cogita aposentadoria por netinha

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Dono de muitos sucessos, de uma figura emblemática e de um vozeirão, Sidney Magal é uma referência na música brasileira. Foi do brega ao cult, e aos 71 anos, conta muitas coisas em sua biografia, que será levada para a telona e telinha num filme e numa série em sua homenagem. Com mais de cinco décadas de carreira, ele quer, no entanto, descomprimir aos poucos e já vislumbra a aposentadoria para ter mais tempo com a netinha. "Ainda consigo fazer umas loucuras, de shows, viagens, mas não quero ficar no palco até morrer", diz.

O tempo em que passou em cima dele, no entanto, carrega lembranças que dariam para muitos outros projetos audiovisuais. Chamado de amante latino, diante da persona que criou para seguir cantando, Magal foi um dos homens mais desejados do país. E passou por situações bastante inusitadas por conta disso.

"Que eu me lembre, uma vez eu vi uma mulher se masturbando, numa mesa, na frente do palco. E minha mulher também viu, porque estava lá em cima no camarote. Outra entrou correndo no camarim, eu recebendo as pessoas. Ela veio correndo, se abraçou comigo e cravou as unhas nas minhas costas, trançou as pernas na minha coxa e começou a tremer e revirar os olhos. Minha mulher me olhando pergunta: 'o que a gente faz?' Nem eu sabia. Deixei a perna imóvel e ela ficou ali até desmaiar num orgasmo", revelou o cantor no podcast "Flow".

Histórias como estas não faltam na coletânea de Magal. Até hoje, recebe calcinhas no palco (as quais cheira, beija e põe no bolso) e joias. "Antes era mais. Hoje, muita bijuteria".

Casado com Magali West há 42 anos, ele diz que foi amor à primeira vista. "A pedi em casakmento no dia em que a conheci. Nos vimos três vezes depois e casamos. Dá certo porque somos totalmente diferentes, mas temos tudo, amor, parceria, respeito... Nós dois roncamos. Quando ela acorda e me pergunta se roncou eu digo: "ainda bem, assim sei que você estava respirando. Porque o dia em que você não roncar, eu morro", derrete-se.

O lado derretido também aparece ao falar da netinha, Madalena, de 2 anos. "Hoje ela praticamente mora comigo, por causa da pandemia. Quero mais tempo para curtir minha neta, para ser avô. E eu dizia que jamais poderia amar um neto maius do que amava meus filhos...".

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