Sindicalistas articulam reação a nova tentativa de minirreforma trabalhista de Bolsonaro

***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 22.07.2019 - Still de mão segurando uma Carteira de Trabalho e Previdência Social do Ministério do Trabalho e Emprego. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 22.07.2019 - Still de mão segurando uma Carteira de Trabalho e Previdência Social do Ministério do Trabalho e Emprego. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A movimentação do governo Jair Bolsonaro para tentar mais uma vez aprovar no Congresso uma minirreforma trabalhista acendeu o sinal de alerta nas centrais sindicais, cujas lideranças já começaram a articular estratégias de reação.

As centrais fizeram forte investida sobre os parlamentares no início do segundo semestre, com reuniões, ligações para gabinetes e manifestações. Em setembro, o Senado rejeitou a medida provisória.

Líderes sindicais compararam as flexibilizações propostas na MP a uma volta à escravidão. O texto reduzia ou retirava obrigações como o pagamento de FGTS e de 13º salário.

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