Sindicato de SP apoia fechamento temporário de lojas para conter Covid

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*ARQUIVO* SÃO PAULO - SP - BRASIL - 11.06.2020 - 16h00: MOVIMENTAÇÃO NO SHOPPING METRÔ SANTA CRUZ. Movimentação de consumidores dentro do Shooping Metrô Santa Cruz durante a reabertura dos shoppings da capital.  (Foto: Adriano Vizoni/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO - SP - BRASIL - 11.06.2020 - 16h00: MOVIMENTAÇÃO NO SHOPPING METRÔ SANTA CRUZ. Movimentação de consumidores dentro do Shooping Metrô Santa Cruz durante a reabertura dos shoppings da capital. (Foto: Adriano Vizoni/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Sindicato dos Comerciários de São Paulo vai enviar às entidades patronais nesta semana um comunicado para apoiar a proposta de redução no horário de abertura das lojas de shoppings neste momento de alta contaminação pela variante ômicron.

A sugestão de encurtar temporariamente o funcionamento das lojas foi levantada pela associação de lojistas Ablos.

Ricardo Patah, presidente do sindicato, também propõe a retomada de práticas descartadas ao longo da pandemia, como a medição de temperatura dos visitantes na porta dos estabelecimentos e o controle da ocupação.

"Acho que, neste período, nós temos que voltar com isso. Não é para fechar tudo, mas tomar mais cuidado. E neste período de janeiro, em que as vendas não são tão elevadas e muitas lojas não têm quadro para dois turnos, que diminuam os horários de funcionamento dos shoppings", afirma.

Segundo Patah, os comerciários também pedem a realização de testes porque estão preocupados com o aumento da contaminação no transporte público.

"Não há dúvida de que, por causa das vacinas, a consequência não está sendo letal. Mas ainda assim a situação é preocupante, e medidas precisam ser tomadas de forma conjunta entre trabalhadores, área patronal e governo", afirma.

A Abrasce, associação dos shoppings, afirma que tem acompanhado a situação de perto e que os cenários são diferentes nos estabelecimentos. "Requer um olhar único para cada caso pontual e não uma regra generalizada que inviabiliza o setor, uma vez que já foi exposto que os shoppings são capazes de operar com responsabilidade e segurança", diz a entidade em nota.

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