SinoVac anuncia desenvolvimento de dose extra da CoronaVac contra variante gamma

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A healthcare worker gives a dose of the Coronavac vaccine to a man at a vaccination center in the Bicentenario Park, in Santiago, on February 10, 2021. - Chile surpassed one million people vaccinated against COVID-19 on February 9, 2021, six days after starting the mass immunization process in older adults, who joined the medical staff that has already been inoculated since December, the Ministry of Health reported. (Photo by Martin BERNETTI / AFP) (Photo by MARTIN BERNETTI/AFP via Getty Images)
Chile anunciou estar estudando a possibilidade de instalar fábrica da SinoVac no país para ser um distribuidor de vacinas para a América Latina (Foto: MARTIN BERNETTI/AFP via Getty Images)
  • SinoVac está desenvolvendo dose extra da CoronaVac para combater variante gamma

  • Anúncio foi feito na Universidad Católica do Chile nesta segunda

  • Variante, também conhecida como P1, é a mais presente no Chile

Pesquisadores ligados à SinoVac, laboratório chinês que produz a vacina CoronaVac contra a covid-19, estão desenvolvendo uma dose extra do imunizante para combater a variante gamma, também chamada de P1. A mutação foi identificada primeiramente em Manaus.

O anúncio foi feito nessa segunda-feira (19) na Universidad Católica do Chile, que faz pesquisas em parceria com a SinoVac. Atualmente, a variante gamma é a mais comum no país. A expectativa é que os resultados sejam anunciados nas próximas semanas.

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Alexis Karlegis, diretor do Instituto Milenio de Imunologia e Imunoterapia e pesquisador da vacina, afirmou que “seria algo interessante porque, além de reforçar a imunidade, percebemos a importância de desenvolver vacinas que se adaptem às variantes que estão circulando e essa variante é que mais circula atualmente no nosso país”.

Sobre a possibilidade de uma terceira dose da CoronaVac, Karlegis alegou que essa é uma definição que cabe ao Ministério da Saúde do Chile, “que está fazendo um estudo independente para avaliar o efeito de uma dose de reforço”.

A CoronaVac é a vacina mais utilizada no Chile, mas o país também aplica doses da Pfizer, AstraZeneca e CanSino, de dose única.

O país tem planos de uma fábrica da SinoVac no país. A ideia é que o Chile seja capaz de produzir vacinas não só para si, mas para toda a América Latina.

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