Site de venda de nudes movimentou R$ 13 bilhões na pandemia

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
OnlyFans bombou na pandemia. (Foto: Getty Images)
OnlyFans bombou na pandemia. (Foto: Getty Images)
  • OnlyFans "bombou" na pandemia.

  • Site é conhecido por venda de conteúdo adulto.

  • São mais de 120 milhões de usuários atualmente.

Uma reportagem do jornal especializado em negócios Financial Times revelou os bastidores da economia por trás do site de venda de conteúdo online OnlyFans, mais conhecido por ser utilizado como plataforma para venda de conteúdo adulto.

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No site, usuários podem vender para assinantes, mediante pagamento mensal, fotos de nudez, vídeos e outros materiais eróticos – mas não só.

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Economia dos nudes

Segundo a reportagem o negócio decolou durante a pandemia, crescendo cerca de sete vezes e movimentando cerca de R$ 13 bilhões em assinaturas. O número de usuários também explodiu no ano passado, e chegou a 120 milhões.

Segundo o texto, as políticas de confinamento foram um dos motores de aquecimento da economia do site. O serviço também se mostrou uma alternativa para criadores e criadoras que perderam seus empregos e renda durante a pandemia.

Apesar de ser conhecido como um site de venda de nudes, o OnlyFans tem espaço também para outros tipos de conteúdo, com o de artistas, como a brasileira Anitta, que o utilizou para divulgar bastidores de seu trabalho para seguidores.

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