Só 8% dos R$ 3,9 bilhões do 'dinheiro esquecido' foram sacados

Primeira fase do 'dinheiro esquecido' permitiu consulta de R$ 3,9 bilhões para 28 milhões de pessoas
Primeira fase do 'dinheiro esquecido' permitiu consulta de R$ 3,9 bilhões para 28 milhões de pessoas
  • De acordo com o BC, 3,6 milhões de brasileiros solicitaram o saque;

  • Maior volume de saques é para as pessoas físicas;

  • Um dos maiores valores maiores valores recuperados era de R$ 1,65 milhão.

Durante a primeira fase do Sistema Valores a Receber (SVR), ferramenta do Banco Central que permite a consulta do “dinheiro esquecido" em bancos, somente 8% dos R$ 3,9 bilhões disponíveis foram sacados até agora. Segundo o BC, 3,6 milhões de brasileiros e 19 mil empresas já solicitaram o saque dos valores esquecidos.

O maior volume de saques foi para as pessoas físicas, que pediram de volta R$ 306 milhões. Para empresas, o montante é de R$ 15 milhões. A primeira fase do SVR permitiu a consulta de R$ 3,9 bilhões para 28 milhões de pessoas ou empresas que tinham saldos residuais em contas-correntes.

Um dos maiores valores maiores valores a serem recuperados no sistema era de R$ 1,65 milhão, de uma pessoa tinha uma série de cotas de consórcio que tinham acabado e não verificou como os grupos foram encerrados.

No momento, o funcionamento do sistema está suspenso para que a plataforma seja atualizada com a chegada de novas funções. A previsão era que um novo grupo pudesse consultar os valores no dia 2 de maio, porém a greve dos servidores do BC adiou a nova data de abertura das consultas.

Segunda etapa amplia fontes de "dinheiro esquecido"

Na nova fase, novas fontes de valores esquecidas serão incluídas. Entre elas estão tarifas cobradas indevidamente, contas de pagamento encerradas com saldo disponível, entidades em liquidação extrajudicial, Fundo Garantidor de Crédito e também Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito.

Na primeira fase, os casos de possível recebimento englobavam contas-correntes ou poupança encerradas com saldo disponível, tarifas cobradas indevidamente e recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados, entre outras operações financeiras.

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