Sob gestão de Ernesto Araújo, Itamaraty fica sem dinheiro para aluguel de embaixadas

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BRASILIA, BRAZIL - NOVEMBER 09: Brazil's Minister of Foreign Affairs Ernesto Araujo arrives for Volunteering Alliance launch amidst the coronavirus (COVID-19) pandemic at the Planalto Palace on November 09, 2020 in Brasilia. Brazil has over 5.064,000 confirmed positive cases of Coronavirus and has over 162,397 deaths. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)
BRASILIA, BRAZIL - NOVEMBER 09: Brazil's Minister of Foreign Affairs Ernesto Araujo arrives for Volunteering Alliance launch amidst the coronavirus (COVID-19) pandemic at the Planalto Palace on November 09, 2020 in Brasilia. Brazil has over 5.064,000 confirmed positive cases of Coronavirus and has over 162,397 deaths. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)

O Itamaraty alertou diversos diplomatas que vai faltar dinheiro para quitar despesas básicas, como aluguel de embaixadas e consulados brasileiros, conta de luz, telefone e internet, afirmou a jornalista Bela Megale do jornal O Globo.

A crise deve afetar também o pagamento de auxílio moradia de parte dos funcionários do Ministério das Relações Exteriores.

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De acordo com a colunista, as contas só devem ser sanadas quando o orçamento para 2021 do governo federal for aprovado pelo Congresso Nacional. Enquanto isso, a ordem é controlar os gastos.

Com isso, aumenta a pressão sob o ministro Ernesto Araújo, que já vinha sofrendo críticas internas. O atraso nos pagamentos é visto como mais um sinal da falta de capacidade do chanceler, até para manter o Itamaraty funcionando de maneira previsível.

Nos últimos anos, o governo tem atrasado para aprovar o orçamento junto ao Congresso.

O vice-presidente Hamilton Mourão disse na quarta-feira (27) que o ministro das Relações Exteriores pode deixar o cargo em uma eventual reforma ministerial após as eleições para os comandos da Câmara dos Deputados e do Senado.

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