30% das mulheres investem em crédito privado

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Mulher analisando dados de investimentos
Segundo a co-fundadora da fintech, ingresso de investidoras se torna cada vez mais recorrente no segmento
(Getty Creative)
  • Dados da fintech Ulend mostram alta de 20% no número de mulheres investidoras em crédito privado

  • Média de idade dos investidores também mudou e teve aumento de 10 anos 

  • O estado que concentra maior número de investidores é São Paulo (15%) 

Dados apresentados pela Ulend, fintech de crédito privado, revelaram um aumento no número de investidoras nessa modalidade de crédito. No primeiro semestre deste ano, a plataforma da empresa contava com 30% de mulheres cadastradas, em contrapartida com os 10% observados no mesmo período de 2020.

De acordo com Beatriz Antibero, co-fundadora da Ulend, o ingresso de investidoras se torna cada vez mais recorrente no segmento. "Assim como o público feminino obteve maior presença na Ibovespa, CEO, chegou o momento de investir na modalidade de crédito privado”.

A mudança na faixa etária também foi observada pela pesquisa. Nos últimos 12 meses, a média de idade dos clientes da fintech aumentou em 10 anos, sendo que a maioria possui entre 30 e 50.

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Com relação à localidade, 15% residem no estado de São Paulo. Dentre as modalidades preferidas, Antibero cita comércio atacadista voltado à insumos agrícolas e produtos alimentícios, atividade médica, transporte rodoviário, educação superior e restaurantes.

A companhia completou 25.3 milhões de reais de empréstimos nos seis primeiros meses do ano, número que representa um aumento de 156%. As companhias que desejam obter crédito devem possuir CNPJ ativo por 3 anos, faturamento anual superior a 1.5 milhão de reais e não obter nenhum restritivo em nome da organização.

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