Sonia Gandhi é interrogada na Índia sobre caso de lavagem de dinheiro

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Investigadores federais indianos convocaram Sonia Gandhi, presidente do Congresso Nacional Indiano (CNI, oposição), nesta quinta-feira (21) para interrogatório sobre acusações de lavagem de dinheiro que ela nega e chama de abuso de poder por parte do governo.

Sonia Gandhi, 75, tem sido uma força motriz por trás do CNI desde o assassinato de seu marido, o ex-primeiro-ministro Rajiv Gandhi, em 1991. É herdeira de uma dinastia política que remonta à independência do país e o CNI foi o partido dominante durante muito tempo.

As autoridades estão investigando uma denúncia apresentada há nove anos por um deputado do partido no poder, o Partido Bharatiya Janata (BJP), que acusou a família de Sonia Gandhi de ter usado dinheiro do CNI para comprar uma empresa jornalística que já havia sido liquidada, antes de comprar pessoalmente os imóveis de alto valor desta empresa.

A família nega todas as acusações e o CNI acusa o partido do primeiro-ministro Narendra Modi de abusar de seu poder.

Sonia Gandhi foi inicialmente intimada no mês passado pela Diretoria de Aplicação da Lei, que investiga esse tipo de crime, mas contraiu covid-19 e sua audiência foi adiada. Seu filho Rahul, que lidera o partido no Parlamento, foi interrogado por vários dias em junho sobre as mesmas alegações.

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