SP reduz intervalo para dose adicional de cinco para quatro meses

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A man receives a dose of COVID-19 vaccine at Paulista Avenue in Sao Paulo, Brazil on July 25, 2021. Brazil has registered 476 more COVID-19 deaths in the past 24 hours, raising its national death toll to 549,924, the health ministry said on Sunday. Meanwhile, the total caseload rose to 19,688,663 after 18,129 new cases were detected, the ministry said. (Photo by Rahel Patrasso/Xinhua via Getty Images)
Dose adicional já pode ser aplicada em quem recebeu Pfizer, Coronavac e AstraZeneca há mais de 4 meses (Foto: Rahel Patrasso/Xinhua via Getty Images)
  • No estado de SP, intervalo para a dose adicional passa a ser de 4 meses

  • Na capital paulista, a partir desta quinta-feira (2), terceira dose já pode ser aplicada

  • Medida foi tomada pelo Comitê Científico pela preocupação com a Ômicron e com as festas de fim de ano

O governo do estado de São Paulo vai reduzir o intervalo necessário para aplicar a dose adicional da vacina contra a covid-19. Antes, era precisa esperar cinco meses. Agora, serão quatro meses. 

A medida foi recomendada pelo Comitê Científico do estado, bom o objetivo de mitigar danos em função das festas de fim de ano. Há, ainda, a preocupação com a variante Ômicron, que já foi confirmada no estado em três pessoas. 

Na capital paulista, a medida começa a valer já nesta quinta-feira (2). Desta forma, pessoas vacinadas em julho e agosto podem procurar um posto de saúde para receberem a dose adicional. 

O fato de não haver um controle na entrada de pessoas que chegam de outros países preocupa autoridades do governo estadual. Na chegada ao Brasil, não é preciso apresentar um comprovante de vacinação, por exemplo.

A redução para quatro meses vale para pessoas vacinadas com Coronavac, AstraZeneca e Pfizer. Cerca de 10 milhões de pessoas, que se imunizaram em julho e agosto, estão aptas para receber o reforço vacinal.

“O estado tem hoje condições logísticas e técnicas de ampliar a vacinação e reduzir o intervalo de aplicação das doses para que todos possam estar ainda mais protegidos. Vale ressaltar também a necessidade de quem não tomou ainda a segunda dose, retorne aos postos de saúde para se imunizar”, destacou o Secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn.

Para as pessoas que tomaram a Janssen, o adequado seria esperar dois meses e tomar a segunda dose. Na falta da mesma vacina, São Paulo está utilizando o imunizante da Pfizer.

Manutenção das máscaras

O estado de São Paulo voltou atrás e vai manter a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais abertos. O anúncio foi feito pelo governador João Doria (PSDB) por meio das redes sociais. Antes, a previsão era a de retirada das máscaras em espaços abertos no dia 11 de dezembro.

"Atendendo recomendação do Comitê Científico, o estado de SP vai manter a exigência do uso de máscara em espaços abertos. Todos os números demonstram que a pandemia está recuando em São Paulo, mas vamos optar pela precaução. O nosso maior compromisso é com a saúde da população", declarou Doria.

São Paulo registrou três casos confirmados da variante Ômicron, sendo dois na capital, de um casal que vive na África do Sul, e um em Guarulhos, de um viajante que passou pela Etiópia. Os três estão isolados e são monitorados por autoridades sanitárias.

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