Start-ups de saúde crescem na pandemia e devem receber mais de R$ 2 bilhões em investimentos este ano

O Globo
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SÃO PAULO - Plataformas de telemedicina, gestão de saúde, vacinas a domicílio e consultas mais acessíveis são alguns dos serviços oferecidos por uma nova leva de start-ups que estão no centro da atenção dos investidores: as healthtechs.

Na pandemia, os negócios com saúde deslancharam. Essa nova geração de start-ups já atraiu, só no primeiro trimestre, US$ 91,7 milhões em aportes, um recorde, segundo levantamento da Distrito, uma plataforma de inovação.

A expectativa é que, até o fim de 2021, o setor receba US$ 400 milhões em investimentos - o equivalente a mais de R$ 2 bilhões.

São empresas como a Beep, que agenda consultas e exames a domicílio. Ou a Medicinae, que permite aos profissionais de saúde terem um sistema de controle do fluxo de caixa do consultório e do capital de giro.

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