STF dá 48 horas para governo se pronunciar sobre vacinação de crianças contra Covid

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Agente de saúde usa solução salina para preparar doses da vacina "Comirnaty" da Pfizer-BioNTech contra a Covid-19 em centro de vacinação em Madri, Espanha
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  • Ricardo Lewandowski
    Jurista e magistrado brasileiro, Ministro do Supremo Tribunal Federal

Por Ricardo Brito

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 48 horas para o governo federal se pronunciar sobre a inclusão de crianças de 5 a 11 anos no plano nacional de vacinação contra Covid-19, um dia após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizar a aplicação do imunizante da Pfizer para essa faixa etária.

A decisão foi tomada em uma ação movida pelo PT, que foi ao Supremo cobrar a complementação do Plano Nacional de Vacinação (PNI) para a inclusão de vacinação das crianças.

Mais cedo, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que não é consensual a vacinação contra Covid-19 em crianças, e destacou que a pasta quer discutir o assunto de maneira aprofundada, mesmo com o aval de especialistas da Anvisa.

Cabe ao governo federal fazer a compra das vacinas pediátricas contra Covid e decidir sobre sua inclusão no PNI. Segundo Queiroga, essa questão será analisada pela área técnica e o ministro é a última instância do ministério.

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