STF dá 24h para que GSI e Abin se expliquem sobre caso de Flávio Bolsonaro

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Brazilian President Jair Bolsonaro (R) gestures next to his son, senator Flavio Bolsonaro, during the launch of his new party, the Alliance for Brazil, at a hotel in Brasilia on November 20, 2019. - Bolsonaro left the Social Liberal Party after a disagreement with the party president Luciano Bivar. (Photo by EVARISTO SA / AFP) (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
Brazilian President Jair Bolsonaro (R) gestures next to his son, senator Flavio Bolsonaro, during the launch of his new party, the Alliance for Brazil, at a hotel in Brasilia on November 20, 2019. - Bolsonaro left the Social Liberal Party after a disagreement with the party president Luciano Bivar. (Photo by EVARISTO SA / AFP) (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, deu 24 horas para que o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, e o diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem, explicarem a atuação do ministério e da agência em dois relatórios que orientaram a defesa do senador Flávio Bolsonaro no caso das rachadinhas.

Lúcia tomou a decisão no âmbito de uma ação de inconstitucionalidade apresentada por Rede e PSB, sobre o escopo de atuação das atividades de inteligência, julgada pelo STF no dia 13 de agosto.

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No último sábado (12), o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou um novo pedido, para que a atuação da Abin seja limitada neste caso, além de exigir que Bolsonaro, GSI e Abin não possam fazer solicitações à Receita Federal ao Serpro sobre o caso.

A Abin segue afirmando que não produziu nenhum relatório sobre o caso, mas a defesa do senador confirmou ao jornalista Guilherme Amado, da Revista Época, que recebeu documentos da agência.

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