STF rejeita ação de Eduardo Bolsonaro contra o apelido "bananinha"

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BRASILIA, BRAZIL - SEPTEMBER 01: Deputy Eduardo Bolsonaro, son of the president of Brazil Jair Bolsonaro, gestures before the flag ceremony on Independence Day at the Alvorada Palace on September 7, 2021 in Brasilia, Brazil. Brazilians have taken the streets as they commemorate their Independence Day to show both support and rejection for Jair Bolsonaro's administration. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)
BRASILIA, BRAZIL - SEPTEMBER 01: Deputy Eduardo Bolsonaro, son of the president of Brazil Jair Bolsonaro, gestures before the flag ceremony on Independence Day at the Alvorada Palace on September 7, 2021 in Brasilia, Brazil. Brazilians have taken the streets as they commemorate their Independence Day to show both support and rejection for Jair Bolsonaro's administration. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)
  • O STF rejeitou queixa-crime de Eduardo Bolsonaro contra Kim Kataguiri

  • A ministra Rosa Weber decidiu arquivar a ação de Eduardo por ter sido chamado de "bananinha"

  • Apelido foi criado por Hamilton Mourão

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) deverá recorrer da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que rejeitou queixa-crime do filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra seu colega na Câmara, Kim Kataguiri (DEM-SP).

A ministra Rosa Weber decidiu arquivar a ação de Eduardo por ter sido chamado de "bananinha". Segundo o portal Metrópoles, o parlamentar analisa entrar com embargos de declaração, uma espécie de recurso com a finalidade de esclarecer contradição ou omissão ocorrida em decisão.

"Bananinha", apelido de Eduardo Bolsonaro nas redes sociais, foi uma criação do vice-presidente Hamilton Mourão, que em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, em março de 2020, comentou fala mentirosa do filho do presidente culpando a China pela pandemia de coronavírus.

"O Eduardo Bolsonaro é um deputado. Se o sobrenome dele fosse Eduardo Bananinha não era problema nenhum. Só por causa do sobrenome. Ele não representa o governo. Não é a opinião do governo. Ele tem algum cargo no governo?", indagou Mourão.

Eduardo Bolsonaro é investigado pela Polícia Federal no âmbito do inquérito do STF sobre a disseminação de notícias falsas contra autoridades e o financiamento de atos antidemocráticos. 

Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, o filho do presidente ofereceu ajuda ao blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, investigado pelo STF por espalhar fake news, para sair do país. Em diálogo de junho de 2020, o parlamentar pede o passaporte do blogueiro e se mostra disponível. "O que você precisa", diz.

O filho de Bolsonaro pediu dados do passaporte de Allan e de sua família e pergunta o que ele precisa. Após a resposta, ele acompanha o trâmite do processo, pedindo a Allan o número do protocolo na PF e data de agendamento.

O dono do site Terça Livre, que vive nos EUA, é investigado em dois inquéritos no STF, para apurar disseminação de fake news e para identificar quem financia as ações, atualmente vive nos Estados Unidos.

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