Suíço e nigeriano são presos com R$ 2,5 mi em cocaína no aeroporto de Belo Horizonte

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Europeu e africano foram presos com 12 kg de cocaína (Divulgação / Polícia Federal)
Europeu e africano foram presos com 12 kg de cocaína (Divulgação / Polícia Federal)
  • Cão farejador da delegacia do aeroporto detectou mala suspeita

  • Estrangeiros foram presos por agentes da PF e da Receita Federal

  • Se condenados, eles podem cumprir até 25 anos de reclusão

Um europeu, da Suíça, e um africano, da Nigéria, foram presos com 12 kg de cocaína no Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins) nessa quarta-feira (20).

O valor das cargas transportadas pelos estrangeiros pode ultrapassar R$ 2,5 milhões no continente europeu, dependendo do grau de pureza da droga.

A operação foi feita em conjunto por agentes da Polícia Federal (PF) e da Receita Federal quando os estrangeiros tentavam embarcar.

A cocaína foi identificada por um cão farejador da delegacia do aeroporto, que detectou uma mala suspeita pertencente ao suíço.

Nela, os agentes encontraram três quilos da droga escondidos em um fundo falso dentro de um plástico preto. O suspeito tentava embarcar para Genebra.

Horas depois, fiscais da Receita Federal ajudaram a PF a prender um nigeriano que também embarcava para a Europa, mas em outro voo, com 9 kg da droga escondida em cobertores.

Os estrangeiros foram presos em flagrante por tráfico internacional de drogas e, se condenados, podem cumprir até 25 anos de prisão.

Brasileiros detidos na Tailândia

Em fevereiro, uma mulher, de 21 anos, e dois homens, de 24 e 27, foram presos com 15,5 quilos de cocaína no aeroporto de Bangkok, na Tailândia. De acordo com as autoridades locais, a quantidade tem valor equivalente a R$ 7,5 milhões.

Eles serão investigados por tráfico internacional de drogas, sendo que a Tailândia é um dos países onde o crime pode ser punido com pena de morte, dependendo da quantidade e das circunstâncias.

A mãe da mulher brasileira morreu na semana passada (13), vítima de câncer em Pouso Alegre (MG). Thelma Coelho Silva lutava contra um câncer desde antes de a filha deixar o Brasil rumo ao país asiático sem avisar a família.

Com ajuda da Embaixada brasileira em Bangkok, os advogados de defesa da filha Mary Hellen Coelho vão poder dar notícias à jovem presa sobre a morte da mãe.

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