Suíço é sequestrado e morto em Goiás por suposta dívida de R$ 12 mil

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Suspeito de matar suíço foi preso em flagrante em Goianésia (GO) - Montagem/Reprodução/G1/Divulgação/Polícia Militar
Suspeito de matar suíço foi preso em flagrante em Goianésia (GO) - Montagem/Reprodução/G1/Divulgação/Polícia Militar
  • Um suíço de 59 anos foi sequestrado e morto a tiros em GO por uma suposta dívida de R$ 12 mil

  • A PM cadastrava uma propriedade rural próximo ao local do crime quando ouviu os disparos

  • Preso em flagrante, o suspeito confessou o crime e alegou que a vítima lhe devia um carro

O suíço Aristo Deliyannidis, de 59 anos, foi sequestrado e morto a tiros em Goianésia (GO) por causa de uma suposta dívida de R$ 12 mil. O caso ocorreu na última sexta-feira (22).

Segundo reportagem do portal G1, uma equipe do Batalhão Rural da Polícia Militar realizava o cadastro de uma propriedade rural próximo ao local do crime quando ouviu os disparos e conseguiu prender em flagrante o suspeito de 27 anos. À polícia, ele confessou o crime e alegou que a vítima lhe devia um carro.

De acordo com a ocorrência policial, o suíço, que morava na cidade, foi atingindo com três disparos à queima-roupa na cabeça. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital.

O suspeito disse à corporação que tinha saído de Anápolis de ônibus e que, ao chegar à rodoviária de Goianésia, pegou um moto-táxi e foi até a casa da vítima. Ele rendeu o suíço mostrando-lhe a arma e o obrigou a entrar em seu próprio carro, alegando que o levaria a Anápolis para cobrar a dívida.

Enquanto o suspeito dirigia por uma estrada vicinal, para fugir da barreira policial da rodovia, a vítima conseguiu puxar o freio de mão, fazendo com que o carro rodasse e batesse em um barranco. Em seguida, o suíço teria tentado fugir.

O suspeito confessou à polícia que, neste momento, efetuou três disparos contra a vítima, que ainda estava dentro do carro.

De acordo com o portal G1, os agentes o encontraram correndo em meio ao mato e, ao avistar os policiais, o suspeito apontou a arma e a corporação atirou contra ele. Ele se entregou, jogou sua arma e confessou que havia assassinado um homem.

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