Suposto amante de ex de Bolsonaro recebeu homenagens de Carlos e Flavio na Câmara e Alerj

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Brazilian Senator for Rio de Janeiro Flavio Bolsonaro (L) and Councillor of Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro attend their father Brazilian President-elect Jair Bolsonaro's ceremony to receive a diploma that certifies he can take office as president, at the TSE in Brasilia, on December 10, 2018. - Bolsonaro takes office on January 1, 2019. (Photo by EVARISTO SA / AFP)        (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
Flavio Bolsonaro prestou homenagens a Luis Claudio em 2003, na Alerj, e Carlos Bolsonaro em 2004, na Câmara de Vereadores do RJ (Foto: Evaristo Sá/AFP via Getty Images)
  • Luis Claudio Teixeira da Silva, bombeiro militar, foi apontado como pivô da separação de Jair Bolsonaro e Ana Cristina Siqueira Valle. Ele teria um caso com a ex-esposa do presidente

  • Em 2003, Flavio Bolsonaro prestou homenagens a Luis Claudio na Alerj; o bombeiro atuava como segurança da família

  • No ano seguinte, 2004, Carlos Bolsonaro homenageou o bombeiro militar na Câmara de Vereadores

Luis Claudio Teixeira da Silva, bombeiro militar do Rio de Janeiro, é apontado como pivô da separação entre Jair Bolsonaro e Ana Cristina Siqueira Valle. Segundo relatos de Marcelo dos Santos, ex-funcionário da família Bolsonaro, a ex-esposa de Bolsonaro tinha um caso com o bombeiro, o que motivou o divórcio em 2007.

Próximo à família, Luis Claudio fazia a segurança da família no Rio de Janeiro e foi homenageado pelos filhos de Bolsonaro em duas ocasiões: 

  • Por Flavio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, em 2003 

  • Por Carlos Bolsonaro na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, em 2004 

Homenagem de Flavio Bolsonaro

Em 2003, Flávio Bolsonaro pediu para que a Alerj concedesse a Luis Claudio Teixeira da Silva uma moção de louvor e congratulações, "pelos importantes serviços prestados ao Estado do Rio de Janeiro". 

"Árdua é a missão daqueles que, com o sacrifício da própria vida, lançam mão de todos os meios ao alcance e tomam iniciativa de agir, com o propósito do seu esforço redundar em benefício de todos. Homem de aptidões realmente brilhantes, com fibra, espírito empreendedor e de excelência nobreza, faz o que deve ser feito, melhora o que pode ser melhorado, ajuda sem exigir ajuda: é o profissional que, ao lhe ser confiada uma missão toma a missiva sem hesitar", justificou Flavio em outubro de 2013. 

Flavio Bolsonaro homenageou Luis Claudio em 2003 (Foto: Reprodução)
Flavio Bolsonaro homenageou Luis Claudio em 2003 (Foto: Reprodução)

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Homenagem de Carlos Bolsonaro 

No ano seguinte, foi a vez de Carlos Bolsonaro prestar homenagens a Luis Claudio Teixeira da Silva. O vereador pediu que a Câmara Municipal concedesse ao bombeiro a Medalha de Mérito Pedro Ernesto, considerada a principal homenagem que a cidade do Rio de Janeiro presta a pessoas consideradas estacadas. 

A mesa diretora concedeu a honraria ao bombeiro militar. 

Homenagem de Carlos Bolsonaro ao bombeiro militar foi feita em 2004 (Foto: Reprodução)
Homenagem de Carlos Bolsonaro ao bombeiro militar foi feita em 2004 (Foto: Reprodução)

Suposta traição de Ana Cristina levou a mudança no comando da rachadinha

A ex-esposa de Jair Bolsonaro, Ana Cristina Siqueira Valle, traiu o presidente quando eles eram casados. Quando Bolsonaro descobriu o caso entre a mulher e um segurança particular dele, decidiu repassar o comando do esquema de rachadinha para os filhos mais velhos: Flavio e Carlos Bolsonaro.

A informação foi dada pelo ex-funcionário da família, Marcelo Luiz Nogueira dos Santos, em entrevista ao colunista Guilherme Amado, do portal Metrópoles.

Em entrevista ao portal, Marcelo dos Santos revelou ter sido testemunha de vários golpes dados por Ana Cristina – entre eles, o esquema que rachadinha nos gabinetes de Flavio e Carlos. Isso durou até 2007, quando Bolsonaro pediu o divórcio.

Marcelo disse ao colunista Guilherme Amado que Ana Cristina Siqueira Valle traía Bolsonaro com o segurança da família, o bombeiro militar Luiz Cláudio Teixeira. Ele era responsável por fazer a escolta dos Bolsonaro no Rio de Janeiro.

“Aí já estava aquela guerra dos meninos [Flávio e Carlos] pressionando ele porque ela comandava a rachadinha no gabinete deles. Já estava esse clima tenso. Aí veio a história da traição”, declarou.

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