Surfe: 7 razões para assistir a Tríplice Coroa Havaiana

John John volta. E ele não se inscreveu (nos três campeonatos) para treinar. (Foto: Arquivo)

Por Emanoel Araújo

Nesta tarde começa o campeonato mais importante do Havaí. A Tríplice Coroa é para os havaianos algo como a Copa do Mundo está para os brasileiros. Aliás, o segundo evento se chama Copa do Mundo de Surfe.

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Assim como os “pais do surfe”, sabemos o quanto é bom ser referência mundial em um esporte e ter a expectativa de vencer em casa. Se você ainda não viu o surfe como um esporte apaixonante, é porque você não te deram motivo para tal. Aqui, separamos os sete motivos e marcas que fazem da Triple Crown um campeonato – literalmente – a parte.

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1 :: ESTAMOS NO TOPO

Esta foto contém 2 Tríplices Coroas: todas brasileiras (Foto: Kelly Cestari)

Atualmente, o campeão da Triple Crown é o brasileiro Jesse Mendes. O pódio do título de Medina foi dividido com outro brasileiro e esse conquistou um título heroico. Ele chegou ao Havaí com risco de cair para o QS, mas a boa regularidade nos três campeonatos o deixou na liderança da disputa. Concorrendo com ele está o tricampeão Joel Parkinson, que se despediu do surfe profissional com as mãos abanando. 

O primeiro a colocar o Brasil na lista de campeões foi o próprio Medina, que conquistou o título com uma vitória capital: venceu Mick Fanning nas quartas e abriu caminho para o título de Adriano de Souza. 

2 :: É DE GRAÇA

Você pode assistir esse espetáculo ao vivo, do jeito que quiser e de graça. (Foto: Reprodução)

Cerca de 200 milhões de lares, em média, sintonizam a Triple Crown of Surfing. É quase um Brasil inteiro sintonizado nos três eventos. E isso não leva em conta os celulares e outros dispositivos móveis. Afinal, o que mais pode garantir audiência algo que é gratuito? 

A facilidade está no streaming: o campeonato inteiro pode ser visto de graça pelo Facebook da WSL ou pelo próprio site e app.

3 :: MARCA O RETORNO DE JOHN JOHN 

A foto é de 2005, ano que o menino John John começou a competir (Foto: Mike Latronic)

Em 2011, John John Florence foi o mais novo competidor da Tríplice Coroa. Em 2005, aos 13 anos, disputou o primeiro evento na porta de casa. Precoce em tudo, não é difícil imaginar que ele também foi o mais jovem vencedor. Aos 19 anos venceu o primeiro dos três títulos que possui. 

Após seis meses fora por conta de uma lesão, adivinha qual será o campeonato que marca o retorno do bicampeão mundial?

4:: PRESENÇA DA LENDA (pela última vez)

Se Sunny Garcia tem seis títulos da Tríplice Coroa, Kelly tem um histórico invejável de títulos pelas praias do North Shore, o que o torna o melhor não-havaiano da história do Triple Crown:

  • 5 títulos de Pipemasters

  • 2 títulos de Tríplice Coroa

Um cabeludo Kelly iniciava a rotina de vencer em Pipeline  (Foto: Arquivo)

5:: TEM ESPAÇO PARA ZEBRAS

O arquipélago formado por 19 ilhas só é conhecido pelo surfe em uma só ilha, Oahu. Vindo de Big Island, Myles Padaca venceu a edição de 2001 e se tornou o primeiro surfista fora de Oahu a vencer. Ele virou uma inspiração para jovens surfistas que foi reforçada logo depois por Andy Irons (nascido no Kauai).

Padaca abriu caminho para “estrangeiros” de outras ilhas vencerem  (Arquivo)

6:: FAZ A FAMA 

A temporada de 2007 Bede Durbidge era boa, mas muito longe de ter reconhecimento. A vitória em Pipeline e, por consequência, a conquista da Tríplice Coroa fez de Bede um surfista reconhecido, a ponto de ser um ícone na Austrália - e atual técnico do time olímpico.  

Um dia que Bede nunca esquerá: o momento em que colocou seu nome no surfe  (Foto: Arquivo)

7:: PODE RENDER UMA GRANA EXTRA

Derek Ho e Andy Irons podem se orgulhar: são os únicos a vencerem em todas os três campeonatos. Andy quebrou recorde até de premiação acumulado na competição ( ganhou mais US$ 270 mil) e seus embates  com o rival Kelly Slater foram tão épicos que viraram filme: 

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