Técnico de Camarões, Song jogou em quatro Copas com um cabelo diferente em cada

O treinador da seleção de Camarões, Rigoberto Song, hoje está em evidência pelo comando fora das quato linhas. Mas durante quatro Copas do Mundo, ele se destacou pela seleção pelo seu desempenho, mas também pelo visual. Se hoje é comum os jogadores investirem na aparência, essa tendência já estava presente com os cabelos de Song a partir de 1994.

Na primeira Copa que ele disputou, aos 18 anos, o cabelo era mais discreto, com um corte raspado e as feições ainda de garoto, e era reserva. Ele entrou no segundo tempo do duelo contra o Brasil, mas pouco conseguiu fazer para evitar os 3 a 0 sofridos por Camarões.

Na Copa da França, em 1998, ele começou a ousar mais no visual. Deixou o cabelo crescer e apostou nos dreads, penteado comum para cabelos crespos, mas ainda mantinha o cabelo mais curto, na altura da bochecha.

Em 2002, o zagueiro ousou com os cabelos mais longos. O visual era parecido com o da Copa anterior, mas ele estreou um novo acessório: uma faixa na cabeça para permitir que as madeixas atrapalhassem a visão.

Em 2006, a seleção de Camarões não conseguiu a vaga para a Copa. Mas na África, na edição seguinte, Song fez sua última aparição em Mundiais com um visual que ficou marcado: pintou o cabelo de loiro que chamava atenção dos atacantes que vinham ao seu encontro.

O visual foi tão marcante que, anos depois, o treinador ainda é reconhecido por esse estilo, e artistas homenageiam o jogador lembrando do look.

Hoje, aos 46 anos, Rigobert Song exibe um visual mais maduro: ainda mantém os dreads longos, geralmente embaixo de um boné. Mas desta vez os sinais da idade já aparecem, com o cavanhaque branco.