Técnico de informática morto em São Gonçalo não deveria estar no local, diz irmã da vítima

O técnico de informática Bruno Jardim Longobuco, de 33 anos, morto a tiros no Jardim Catarina, em São Gonçalo, estava no local após o horário de expediente e teria ido a pedido do patrão, contou a irmã da vítima, Lucilene Longobuco, ao "Bom Dia Rio", da TV Globo, na manhã desta quinta. Bruno, que trabalhava com manutenção de impressoras, não estava no veículo da empresa, mas dirigia o carro do patrão na noite dessa quarta-feira (21).

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“Por que o meu irmão estava num local que tem confronto? Por que ele foi direcionado para lá, após o horário de trabalho? Ele não estava utilizando nem o carro dele, nem o carro da empresa. Ele estava utilizando o carro do patrão dele”, questionou Luciene.

Bruno passava pela Avenida Doutor Albino Imparato no momento em que uma viatura do serviço reservado da Polícia Militar foi cercada e alvejada por criminosos. O carro que o técnico dirigia, bem como o da PM, foram atingidos pelo para-brisa traseiro. Inicialmente, foi divulgado que Bruno era motorista de aplicativo.

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De acordo com informações do 7º BPM (São Gonçalo), não houve troca de tiros. Após os disparos cessarem, Bruno foi encontrado morto no veículo. Os policiais não ficaram feridos e teriam se protegido atrás de postes. A Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo foi acionada e fez a perícia no local.

“Ele recebeu uma ordem do patrão, e ele foi. Chegando lá, não houve troca de tiros. Os tiros foram direcionados para o meu irmão. Coincidência? Não acredito em coincidência, mas ele tem as mesmas características físicas do patrão”, afirmou a irmã da vítima ao "Bom Dia Rio".

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O técnico de informática morava no bairro Arsenal. Ele estava, segundo Lucilene, em Jardim Catarina fora do horário de trabalho e tinha como destino um restaurante que estava fora do horário de funcionamento. A família não sabe o que ele teria ido fazer ou quem iria encontrar.

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