Título do Chelsea ‘respinga’ em Leonardo, do PSG, que liberou Thiago Silva e demitiu Tuchel

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A vitória do Chelsea sobre o Manchester City, que deu ao time londrino o título europeu, teve repercussão a mais de 1.500 km de distância do Estádio do Dragão, palco da decisão. Em Paris, o resultado do jogo fez aumentar a pressão sobre o trabalho do brasileiro Leonardo, diretor esportivo do PSG e principal responsável pelas saídas de Thiago Silva e Thomas Tuchel, campeões europeus neste sábado.

Segundo o “Marca”, Leonardo vive um de seus momentos de maior pressão no clube francês, muito por conta do resultado do sábado. O sucesso dos blues reforçou a crítica contra o dirigente brasileiro, muito por conta das suas decisões sobre a montagem do elenco. Fundamentais na conquista do Chelsea, Thiago Silva e Thomas Tuchel deixaram o PSG pela porta dos fundos, muito por conta de desavenças entre eles e o diretor do time.

No caso do zagueiro brasileiro, Leonardo foi expressamente contra a renovação do seu contrato, que terminou no meio de 2020, após oito anos de vínculo. Já o técnico foi demitido pelo dirigente no final de dezembro, muito por conta da campanha irregular no campeonato francês àquela altura — embora o time estivesse classificado em primeiro em seu grupo na Liga dos Campeões.

A torcida do PSG também já estaria insatisfeita com o trabalho de Leonardo devido a outras negociações que não deram o resultado esperado. O clube francês desembolsou cerca de 50 milhões de euros pelo contestado Mauro Icardi, que viria para substituir o uruguaio Edinson Cavani, outro que saiu do clube após fim de contrato e divergências com o dirigente brasileiro, mas que vive boa fase no Manchester United.

Leonardo também é pressionado por ainda não ter conseguido estender o vínculo do atacante Mbappé. No entanto, a seu favor pesa a renovação de contrato com o brasileiro Neymar, depois de meses de negociação.

Esta já é a segunda passagem de Leonardo como dirigente do clube, onde chegou em 2011, no primeiro ano de grandes investimentos no elenco — como Ibrahiomic, Beckham e o próprio Cavani — após a aquisição feita pela QSI (Qatar Sports Investment), fundo de investimentos ligado ao governo do Catar.

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