Tabela do IR acumula defasagem de 31,3% sob Bolsonaro e correção é adiada para 2023

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No início de 2022, a defasagem acumulada da tabela do IR das pessoas físicas estava em 134,5%. Foto: Getty Images.
No início de 2022, a defasagem acumulada da tabela do IR das pessoas físicas estava em 134,5%. Foto: Getty Images.
  • Levantamento tem em conta a inflação medida pelo IPCA no acumulado de janeiro de 2019 a junho de 2022;

  • O último reajuste da tabela do Imposto de Renda aconteceu em 2015;

  • Atualização da tabela foi promessa da campanha de Bolsonaro em 2018 e não foi cumprida.

Cálculos feitos pela Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco) apontam que, com a aceleração da inflação, a tabela de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) chegou a 31,3% no governo de Jair Bolsonaro. A contabilidade foi realizada a pedido do portal G1.

O levantamento leva em conta a inflação medida pelo IPCA no acumulado entre janeiro de 2019 e junho de 2022.

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O último reajuste da tabela do Imposto de Renda aconteceu em 2015. O crescimento da defasagem vem aumentando a tributação aos mais pobres. A cada ano que se passa, um número maior de brasileiros começa a pagar o imposto de renda.

O estudo da Unafisco aponta que a defasagem acumulada da tabela do IR das pessoas físicas de 1996 a junho de 2022 é de 147,4%. No início de 2022 estava em 134,5%.

A promessa de atualização da tabela foi feita na campanha de Bolsonaro em 2018. Na época, o então candidato havia defendido também a isenção para aqueles que ganhassem até 5 salários mínimos.

Não cumprida até agora, a mudança do IR virou promessa para 2023. De acordo com o que o presidente disse nesta semana, a correção já foi acertada com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

*Com informações do G1.

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