Tadeu Schmidt fala de sua relação íntima com o 'BBB', que o 'distraiu' na época da gravidez da primogênita: 'Companheiro por 24h'

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Tadeu Schmidt lançou a pergunta em um dos últimos vídeos publicados em sua rede social, um esquenta com spoilers para a grande estreia nesta segunda-feira: “Como era a vida antes do ‘BBB’?”. A dele, até então, era de repórter esportivo. Em 2002, quando o país inteiro foi apresentado ao reality show, a rotina do potiguar dava a sua primeira guinada profissional: recém-transferido de Brasília para a TV Globo do Rio, ele já se destacava em reportagens para o “Globo esporte”, o “Esporte espetacular” e os telejornais da emissora. Para melhorar, uma grande transformação pessoal acontecia: Ana Cristina, sua mulher, estava grávida de Valentina, a primogênita do casal. Foi nesse contexto que o agora apresentador do “Big Brother Brasil” teve o seu primeiro contato com o programa.

— De todas as 21 edições do “Big Brother”, a primeira é a minha favorita, porque tenho uma questão afetiva com ela. A estreia aconteceu em um momento intenso da minha vida, e o “BBB” estava ali de companheiro. Eu e minha mulher assinamos o pay-per-view e, como ela precisava ficar em repouso, porque era uma gestação complicada, ficava assistindo ao reality praticamente 24 horas por dia. A gente curtia demais, dava muita risada junto! — lembra Tadeu, contando um “causo” especial guardado na memória: — No "BBB1", ficaram famosas as broncas do (diretor) Boninho nos participantes, por causa do mau uso ou da falta do microfone, lembra? Então. Assim que a minha mulher deu à luz, no seu primeiro sono depois do parto, eu fui colocar no pescoço dela, de presente, um colar com pingente de bonequinha, desses tradicionais, simbolizando a nossa primeira filha. Ainda dormindo, ela reagiu: “Ai, tira de mim esse microfone!”. Ela sonhou que estava no “BBB” (risos)!

Duas décadas depois, o sonho virou realidade. Sem broncas, mas com microfone. Não no pescoço de Ana, mas na mão de Tadeu, o mais novo comandante da “nave louca”, já pilotada por Pedro Bial e Tiago Leifert — profissionais que, como ele, trocaram o jornalismo pelo entretenimento, são reconhecidos pelo carisma, pela criatividade e pela habilidade no “ao vivo”, além de apaixonados por um textão de eliminação. Nesta entrevista à ao EXTRA, Tadeu conta os bastidores de sua escolha para a badalada função, revela dinâmicas e ex-BBBs preferidos e adianta como será a sua vida, agora sim, depois do “BBB”. Como ele gostava de repetir no “Fantástico”... Você vai ver!

Nova rotina

“Vai ser uma mudança radical, até em questão de horários. No ‘Fantástico’, eu trabalhava todo domingo, minhas férias eram em intervalos curtos, nunca prolongadas. Havia uma flexibilidade grande nos dias úteis, mas os fins de semana eram comprometidos. E a dinâmica era essa o ano inteiro. Agora no ‘BBB’, vai ser uma experiência totalmente diferente. Eu vou passar noventa e poucos dias ali, entre janeiro e abril, numa intensidade que nunca vivi. Não vou ter um dia de folga, e estou achando isso o máximo! Nem dia nem hora de folga, porque enquanto eu estiver acordado vou estar ligado no que está rolando dentro da casa”.

Confinamento pessoal

“Eventualmente, pode acontecer de eu precisar passar a noite nos Estúdios Globo. Quantas eu já virei trabalhando como repórter, decupando meu material para entregar uma matéria mais bacana no dia seguinte! Então, se for necessário, eu fico lá, feliz da vida. Mas acho que o meu confinamento vai ser mais dentro da minha casa mesmo. Vou à Globo, apresento o programa, volto, espero a turma ir dormir para poder dormir também, acordo, malho, faço as minhas coisas acompanhando os participantes e volto para a Globo. Sem contar o isolamento por causa da variante ômicron da Covid, né? Eu já estou superconfinado, com minha terceira dose da vacina tomada. Tenho dormido menos, de seis a sete horas, desde que fiz a viagem de férias para a Islândia (em novembro do ano passado). Mudei meu fuso e assim ele ficou. Mas a dinâmica do programa, naturalmente, vai me forçar a cumprir outros horários. É certo que vou ficar ansioso para acordar cedo. E conto com uma equipe tão apaixonada pelo programa quanto eu aqui em casa. Se eu perder alguma coisa, Valentina e Laura (as filhas de 19 e 17 anos, respectivamente) vão gritar: ‘Papi, tá acontecendo tal coisa!”.


Troca de áreas

“Eu nunca pedi nem demonstrei querer trocar o jornalismo pelo entretenimento. Se acontecesse, tinha que ser naturalmente, pela vontade dos outros de me levarem, e não por eu ficar pedindo. Mas havia esse desejo, sim. Eu já me sentia totalmente realizado ali, consegui construir uma carreira muito mais legal do que eu poderia sonhar. Queria fazer algo diferente, mais solto, mais descontraído. E quando veio o convite eu achei maravilhoso, fiquei feliz demais! Encerrei a minha participação no jornalismo de forma plena. A felicidade que eu senti no dia 14 de novembro, quando eu me despedi do ‘Fantástico’... Foi o dia mais incrível da minha carreira e um dos mais maravilhosos da minha vida! Encerrei um ciclo só com alegrias, sem nenhum problema grave, nada que me traga más lembranças, sabe?”.

O convite para o ‘BBB’

“O convite me foi feito pelo Ali Kamel (diretor-geral de jornalismo da Globo), mas Boninho me deu um spoiler. Ele gosta de spoiler, né (risos)? Só que eu não consegui pescar na hora. Foi na gravação do ‘Caldeirão’ com Marcos Mion. Quando terminou, Boninho soltou: ‘Tadeu, você vai me ligar no dia 9 de setembro’. E eu: ‘Como assim? Ligar por quê?’. Ele só repetiu a mesma coisa. Eu estava com a minha mulher, e voltei pra casa questionando: ‘Será que eu vou ser convidado para o quadro de uma outra atração? Será que vão me chamar pra fazer um programa no entretenimento?’. Fiquei pensando mil coisas. Tiago (Leifert) ainda não tinha anunciado que deixaria a Globo. E aí, no dia 9 de setembro, conforme prometido por José Bonifácio, Ali Kamel me ligou chamando para uma conversa. Fui até a sala dele e ouvi a novidade. Foi muito bom! Voltei pra casa superfeliz”.


Bico fechado

“Eu sou muito bom de guardar segredo! Não falei nada sobre a lista de participantes para a minha família, antes do anúncio. E vou confessar uma coisa: escondi das minhas filhas, durante alguns dias, que eu iria para o ‘BBB’. Disso, só a minha mulher, que é minha maior confidente, sabia. Depois de um tempo eu pensei: Valentina e Laura também sabem guardar segredo e são um pedaço de mim. Então, antes de a notícia vir a público, reuni as duas num almoço na varanda de casa e disse: ‘Tenho uma coisa pra contar a vocês’. E coloquei a música do Paulo Ricardo (‘Vida real’, tema do ‘Big Brother’). Quando começou a tocar, elas gritaram, vibraram, choraram: ‘Eu não acredito! Você vai pro ‘BBB’!’. Segundos depois, caíram em si: ‘Mas você não vai mais apresentar o ‘Fantástico’!’. E choraram. Foi muito bonitinho! Porque elas cresceram vendo o pai feliz no dominical. E viveram a mesma emoção que eu senti ao deixar para trás algo que amo e a alegria de ir para um projeto que é o máximo. Foi lindo! Eu só me arrependo de não ter filmado esse momento”.

A convivência com Boninho

“Olha que coincidência: Boninho faz aulas de golfe com o mesmo professor que eu e no horário exatamente depois do meu. Então, nos últimos dois anos, a gente se encontrou toda terça-feira. Sempre nos esbarrávamos na saída da minha aula e na chegada da dele. Eu perguntava sobre o ‘BBB’ e ele sobre o ‘Fantástico’. Inclusive, estamos programando uma partida para quando este ‘Big Brother’ acabar, para celebrar. Nunca jogamos juntos. Já está marcado para abril!”.

Entrar fantasiado de dummy na casa

“Se falarem que eu entrei, eu digo que é mentira (risos)! Ganhei uma máscara de dummy naquele kit apresentador (uma caixa com coisinhas temáticas do ‘BBB’ que ele mostrou em vídeo no Instagram na véspera de Natal), mas jamais a usarei para entrar na casa (ele afirma em tom de brincadeira). Agora falando sério: eu tenho vontade, é claro, como todo mundo tem. Mas, se um dia isso acontecer, jamais saberão!”.

Preconceito com o ‘BBB’

“Hater da internet eu nem respondo. Se a pessoa já vem com falta de educação, só para me agredir, eu simplesmente ignoro. Agora, se chega com opinião contrária à minha, mas na boa, acho ótimo. O choque de ideias é importante para uma sociedade saudável. Aos que vêm me dizer que era melhor eu ter continuado no ‘Fantástico’, respondo que lá era maravilhoso, sim, mas que aqui no ‘BBB’ também será. Gostos são diversos, não tem por que isso virar motivo de discussão. Todo mundo tem o direito de gostar e desgostar de qualquer programa. Paciência. Eu não vou ficar tentando convencer quem discorda que o ‘BBB’ é algo muito legal. Pra mim, é! Então, se você não entendeu (a troca), apenas fique feliz por mim, porque eu estou muito empolgado. Essa mudança foi uma das coisas mais legais que já me aconteceram”.

De olho nas polêmicas

“Eu venho me preparando (para abordar temas polêmicos, como racismo e cancelamento, que permearam as duas últimas edições do programa) da mesma forma que a sociedade, nos últimos anos, no sentido de tentar enxergar o mundo com olhos menos preconceituosos. Acredito que a humanidade vem evoluindo para encarar essas questões de uma maneira mais empática, correta. Em anos de ‘Fantástico’, acompanhei inúmeras reportagens e discussões sobre esses problemas. Carrego uma bagagem antiga, não é um estudo imediato. E questões assim vão surgir, obviamente. Porque é um jogo, e um jogo com pessoas de verdade, com suas histórias e seus dilemas. Naturalmente, haverá debates e conversas sobre temas importantes dentro da casa”.

Discursos de eliminação

“Tenho que manter essa tradição, né? Não dá pra simplesmente chegar ali no ao vivo e falar: ‘Gente, a votação está encerrada. Hoje quem sai é você, fulano’. Não! Pelo amor de Deus, pô! Tem que ter uma preparação, tem que lembrar alguma coisa da trajetória das pessoas que estão no paredão, algo do jogo que as levou até ali, fazer um suspense. Então, vai ter textão, sim! Das coisas que eu mais gostava de fazer no jornalismo era escrever. E é curioso porque eu acabei herdando do Bial a função de fazer as crônicas esportivas para o ‘Jornal Nacional’, o ‘Fantástico’... Ele com o estilo dele, eu com o meu. É uma das coisas de que eu mais tenho orgulho e me lembro com carinho”.

Bial e Leifert

“Conheço bem os dois, mas não temos intimidade. Não são amigos que vêm na minha casa, para quem eu telefone sempre. Mas a nossa convivência sempre foi muito harmônica, muito boa. São caras que eu admiro demais! Para mim, dois dos maiores talentos da história da televisão. É um orgulho, agora, estar na função que foi exercida por eles. Um pouco depois do anúncio de que eu iria para o ‘BBB’, falei com Tiago, num papo mais de felicitações e de elogios, de ambas as partes. E nessa oportunidade eu disse a ele que queria conversar mais a fundo sobre o reality, pegar umas dicas. Ele foi muito receptivo, falou para eu ligar depois com calma. E assim foi feito. Eu queria saber, basicamente, as questões técnicas, coisas da rotina do apresentador. Muitas eram mais ou menos como eu imaginava mesmo; outras, totalmente diferentes. Agora, avisado, eu já sei por onde devo ir”.

Heranças e lições

“Tiago tem uma característica muito boa que eu quero levar adiante: cutucar, não deixar o pessoal esmorecer nem ficar em cima do muro no jogo. Já Bial é uma referência pra mim em tudo. Quando comecei a minha carreira como jornalista, eu me inspirei muito nele. Sempre digo para todo iniciante que é válido imitar o que os mais experientes têm de bom. Então, eu imitei um pouquinho do Bial, do Tino Marcos, do Maurício Kubrusly, do Régis Rösing... Até formar o meu próprio jeito de fazer as coisas. E o desempenho do Bial no ‘BBB’ foi ainda mais brilhante do que no ‘Fantástico’. Ele pôde mostrar ainda mais o talento dele no entretenimento. Espero que aconteça o mesmo comigo”.

Visita à casa do ‘BBB’ em 2009

“Naquela época, eu nem lembro exatamente o que a gente foi mostrar ali para o ‘Fantástico’. Mas eu achei o máximo entrar naquela casa tão badalada pelos brasileiros. Tirei fotos, mostrei para todo mundo. Voltar naquele espaço agora, durante as obras para a 22ª edição, foi incomparavelmente mais emocionante. Na hora em que eu passei por aquela porta, comecei a lembrar quantos momentos importantes foram vividos ali dentro e quantos ainda serão vividos com a minha participação. Fiquei todo arrepiado!”.

Ex-BBBs preferidos

“Doutor Gê (o médico Rogério Padovan, do ‘BBB 5’) é o maior vilão de todos os tempos, na minha opinião. Ele demonstrou uma liderança incrível. Dava as determinações e todo mundo seguia. Eu me lembro da gente vibrando na janela quando saía alguém da turma dele, porque do outro lado tinha Jean (Wyllys), Grazi (Massafera)... E o maior personagem de todas as edições do programa, pra mim, é o Gil do Vigor (do ‘BBB 21’). Que cara extraordinário! É de uma intensidade, um carisma... Eu o encontrei no ‘Criança esperança’, e ele fez a maior festa, falou com as minhas filhas pelo telefone, se convidou para ir a um churrasco na minha casa... Que figura adorável e autêntica é o Gil!”.

Palpites e criações próprias

“Ainda não contribuí com ideias para as dinâmicas, mas, com o andamento do programa, certamente darei sugestões. Essa é uma das principais características do meu trabalho: criar, tentar fazer as coisas de maneira diferente (quadros como ‘Bola cheia, bola murcha’, ‘Artilheiro musical’, ‘Detetive virtual’ e ‘Cavalinhos’ são criações bem-sucedidas de Tadeu para o ‘Fantástico’)”.

Interação com mascotes

“Não sei... Pode ser que sim, pode ser que não... (gargalhadas). Quer saber uma curiosidade? O artista que desenhou o Rob (robozinho do ‘BBB’), Flavio Fernandes (diretor de arte na Globo), é o mesmo que fez os cavalinhos do ‘Fantástico’. Sabe o que isso significa? Nada! Tô brincando... Só usei meu bordão aqui para não perder a piada. Mas a coincidência é bem legal, né?”.

Tímido, embora não pareça

“Eu sou tímido. Inclusive, a timidez foi um problema em quase toda a minha vida social até aqui. Em festas, eu era o cara que chegava e ficava de cabeça baixa num cantinho. Para paquerar uma menina na adolescência era um medo, uma vergonha, uma dificuldade! Com o passar do tempo, fui aprendendo a me soltar mais com as pessoas. Por outro lado, no palco, sempre fui extrovertido. Engraçado, né? Falar para um público grande nunca me travou nem congelou. E não é que eu vista um personagem, eu sou sempre eu mesmo. Na minha vida pessoal, sou aquilo que todo mundo vê na TV. Atualmente, me acho menos tímido na interação social porque as pessoas já vêm falar comigo animadas, quebrando o gelo. Talvez pelo fato de elas já me conhecerem, não veem barreira, já me tratam como amigo”.

Abordagem do público

“Todo dia, eu encontro alguém que grita: ‘Tadeu, me põe lá no BBB!’. E eu respondo: ‘Opa! Deixa comigo!’. As pessoas que antes falavam do ‘Fantástico’, dos cavalinhos, vêm agora, sobretudo, me desejar boa sorte no ‘Big Brother’. Tenho recebido uma onda emocionante de carinho. Lembro sempre de uma frase que Ivete Sangalo falou num prêmio, para os fãs: ‘Se vocês me encontrarem na rua, é para chegar perto, me abraçar, pedir para tirar foto. Porque são vocês que fazem o meu sucesso’. Eu penso da mesma forma. Essa aproximação é o maior prazer pra mim. Só é ruim quando a pessoa vem de uma forma não adequada, me pega num momento complicado. Já teve ocasião de eu estar na fila para entrar num show na Disney, veio um grupo de estudantes me abordar, e acabei perdendo a apresentação. Em outra, com pressa para fazer uma conexão no aeroporto, uma moça me pediu uma foto e ficou correndo junto comigo até o portão de embarque. Errei o portão, fui para o outro, mas quando cheguei já tinha perdido o voo. Falei: ‘Pronto, agora vamos tirar quantas fotos você quiser’ (risos)”.

No ‘BBB’ como candidato ao prêmio

“Eu toparia na hora se me chamassem! Olha que experiência intensa: estar ali com desconhecidos que vão se tornar quase íntimos. Em três meses, você vive cinco anos, tamanha a intensidade. Sempre fui atleta e adoro uma competição. Mas o ‘BBB’ é um jogo em que você ganha não por ser o mais rápido, o mais forte ou por ter mais técnica. Você vence pelo seu jeitão, pela estratégia que adota, pelas decisões e atitudes que toma. Eu entraria nesse desafio e, confesso, sofreria muito. Porque sou péssimo fazendo comida, embora adore comer. Teria que compensar com outras atividades. Na xêpa, precisaria me controlar para não ficar mal humorado. Nas tretas, eu não seria o acendedor de fósforo. Não sou de briga, mas tenho personalidade. Jamais deixo de me posicionar por medo disso ou daquilo. Acho que se eu fosse confinado sob câmeras, as pessoas veriam um ‘bicho verdade’. Até pra contar mentirinhas bobas, tipo dizer que a roupa está bonita sem estar, eu tenho dificuldade. Eu prezo pela verdade, me incomoda muito quando mentem pra mim. Então, esse seria um ponto a meu favor: o que eu falasse para um, falaria para outro também. Outra coisa boa: sou uma pessoa alegre, positiva. Tenho, é claro, momentos de tristeza e mau humor. Mas procuro sempre ver o lado bom das coisas, tirar as melhores lições de tudo o que me acontece”.


Talentos desconhecidos pelo grande público

“Minhas habilidades ocultas são mais relativas aos esportes. Minha família tem aptidão acima da média nessa área (vale lembrar que Tadeu é irmão do campeão de basquete Oscar Schmidt e tio do medalhista olímpico de vôlei de praia Bruno Schmidt). Eu posso não ter sido o melhor, mas nunca fui o pior nas modalidades que pratiquei. Não afirmo que sou um ‘bola cheia’, mas um ‘bola esforçada’ no golfe e no tênis. No vôlei, cheguei perto de me tornar um jogador profissional, mas fui cortado da seleção brasileira infanto-juvenil e desisti”.

Prêmio milionário

“Se eu ganhasse o R$ 1,5 milhão do ‘BBB’, aplicaria o dinheiro. Não há nada que eu precise ou queira muito comprar agora. Estou muito satisfeito com a minha vida e com tudo o que tenho. Não sou rico, mas levo uma vida confortável”.

Vida nova, figurino novo

“Ninguém me verá de terno no comando do ‘BBB’. Vou usar uma roupa mais jovial, leve. Pode ter camisa polo, casaquinho, eventualmente uma camisa, calça de brim, jeans, tênis... Um figurino bem mais informal do que no ‘Fantástico’. Talvez, parecido com o que eu vestia quando apresentava só os gols no dominical, muitos anos atrás”.

Decoração anos 70, 80 e 90 na casa do ‘BBB’

“Às vezes, minhas filhas me chamam de ‘cringe’ (gíria que faz referência a algo vergonhoso). Tenho 47 anos, né? Mas não sou saudosista. Tenho mania de achar que o melhor está sempre por vir. Não troco o Tadeu de hoje pelo de 15, 20 ou 30 anos atrás. Minha melhor versão é a de agora. E, pra mim, o mundo também está evoluindo. Talvez, num momento difícil como o que estamos vivendo, a gente não perceba isso. Mas o que nos aflige vai passar. Sou um otimista convicto”.

'Top 10' grandes momentos do "BBB", por Tadeu Schmidt

* O reencontro de Kléber Bambam com a boneca Maria Eugênia, no “BBB 1”

* Tina batendo panela, no “BBB 2”

* Solange cantando “Iarnuou” na prova de resistência do “BBB 4”

* Briga da “sunga branca”, entre Diego Alemão e Airton, no “BBB 7”

* Daniel Rolim dançando no coqueiro, no “BBB 11”

* A prova de resistência recorde de Ana Clara Lima e Kaysar Dadour, no “BBB 18”

* O quarto branco com Manu Gavassi, Felipe Prior e Gizelly Bicalho, no “BBB 20”

* A prova bate-e-volta de Prior, em que o palito dourado foi o último a sair, no “BBB 20”

* A volta de Carla Diaz do paredão falso, no “BBB 21”

* Fiuk e Gil do Vigor correndo no gramado e pulando na piscina pelados, no “BBB 21”

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