Taís Araujo ressalta que aborto deve ser tratado com maturidade: 'Mulheres estão morrendo'

Taís Araujo falou sobre a descriminalização do aborto (Foto: Globo/ João Miguel Jr)
Taís Araujo falou sobre a descriminalização do aborto (Foto: Globo/ João Miguel Jr)

Resumo da Notícia:

  • Taís Araujo falou sobre a descriminalização do aborto no programa 'Saia Justa', do GNT

  • Atriz deixou as religiões de lado ao comentar o tema

  • Artista defendeu que as mulheres tenham acesso seguro ao procedimento

Taís Araujo opinou sobre a descriminalização do aborto no "Saia Justa, do GNT. O assunto foi uma das pautas do programa comandado por Sabrina Sato, Luana Xavier, Larissa Luz e Astrid Fontenelle. Convidada da atração, a atriz explicou que defender o direito a um atendimento público de qualidade para mulheres que precisam abrir mão da maternidade não significa apoiar que todas abortem.

"Ninguém aqui está defendendo que todo mundo tem que fazer aborto. Não é sobre isso. Nenhuma religião é a favor do aborto. As religiões de matriz africana não são a favor do aborto. As religiões cristãs não são a favor do aborto. Ninguém é a favor do aborto", esclareceu a mulher de Lázaro Ramos.

Taís se declarou a favor do procedimento. "A gente está falando de uma situação de saúde pública, mulheres estão morrendo. Vamos olhar para isso com maturidade. E não botar a religião no meio. Botou a religião no meio, amor, vai complicar qualquer assunto", completou a artista.

Sabrina Sato opina sobre o tema

Sabrina Sato também defendeu um olhar com mais empatia para as mulheres que passam por essa situação. "A gente nunca se coloca no lugar dessa mulher. Quem é essa mulher? O que ela estava sentindo? Por que que ela chegou nessa situação? O homem está sempre de olhos fechados nesse momento. Você acha que essa mulher não está sofrendo?", destacou a apresentadora.

Na sequência, Sabrina questionou sobre o que leva uma mulher a fazer o procedimento: "O que está se passando na cabeça dessa mulher que ela está arriscando a própria vida, ela sabe que está fazendo algo que é proibido por lei... A gente tem que ter empatia, tem que se colocar no lugar das outras mulheres. Meio milhão de brasileiras fazem aborto todo ano e não vão deixar de fazer".

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