Taiwan critica a China por mantê-la fora de assembleia da OMS

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Equipe médica atende um paciente de covid em janeiro de 2021 em Taiwan

Taiwan criticou o papel da China em manter a ilha à margem da Assembleia Mundial da Saúde, que começou nesta segunda-feira (24) e cujo principal objetivo é prevenir a próxima pandemia.

No primeiro dia da 74ª Assembleia Mundial da Saúde (24 de maio a 1º de junho), que acontece online como no ano passado, os membros da OMS novamente decidiram não abordar a questão da participação de Taiwan.

A assembleia foi descrita como "uma das mais importantes da história da OMS" por Tedros Adhanom Ghebreyesus, chefe desta organização criticada pela forma como tratou a covid-19.

Taiwan, uma ilha oficialmente reconhecida apenas por alguns países, havia participado da reunião anual até 2016 com o status de observador. Posteriormente, foi excluída por pressão da China, que considera a ilha parte integrante de seu território.

Na segunda-feira, o chefe da diplomacia taiwanesa, Joseph Wu, pediu à OMS que "mantenha uma posição profissional e neutra, rejeite a interferência política da China" e permita que a ilha participe do trabalho da organização.

A pressão vem crescendo há um ano sobre a organização sediada em Genebra para reintegrar Taiwan, um país que respondeu muito bem à crise de saúde, especialmente no início da pandemia.

Taiwan é considerado um modelo de gestão de crises, embora um surto recente tenha triplicado o número de casos, chegando agora a 4.900.

A ilha registrou 29 mortes por covid-19 desde o início da pandemia.

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