'Tapas, chutes e socos': agressões no ato da prisão estão em metade dos casos da Defensoria Pública do Rio

Levantamento da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro mostra que, de um total de 67 pessoas assistidas pela instituição nas audiências de custódia que relataram ter sofrido agressões no ato da prisão, praticamente a metade - ou seja, 33 delas - apresentavam lesões aparentes. Isto apenas na capital.

O recorte, produzido de setembro do ano passado a abril deste ano, revela uma média de 9,5 presos agredidos por mês. Relatos de “tapas, chutes e socos” lideram o ranking da violência mais praticada. O monitoramento, que segue em em produção, faz parte do Protocolo de Prevenção e Combate à Tortura criado pela DPRJ para acompanhar casos de violência estatal.

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