Tarcísio nomeia irmão de Michelle Bolsonaro como assessor especial

*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  09-01-2023, 12h00: O governador de SP Tarcísio de FReitas. O presidente Lula faz reunião com governadores dos estados, e com a cúpula do poder judiciário, com a ministra Rosa Weber, presidente do STF e os ministros Luis Roberto Barroso, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli, no palácio do planalto, para tratar da reação aos protestos golpistas que resultaram em depredação do Palácio do Planalto, do STF e do Congresso Nacional. APós a reunião eles foram andando ver os estragos no supremo. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 09-01-2023, 12h00: O governador de SP Tarcísio de FReitas. O presidente Lula faz reunião com governadores dos estados, e com a cúpula do poder judiciário, com a ministra Rosa Weber, presidente do STF e os ministros Luis Roberto Barroso, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli, no palácio do planalto, para tratar da reação aos protestos golpistas que resultaram em depredação do Palácio do Planalto, do STF e do Congresso Nacional. APós a reunião eles foram andando ver os estragos no supremo. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), nomeou nesta quarta-feira (11) Diego Torres Dourado, irmão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, para o cargo de assessor especial do governo, com salário líquido de R$ 21,5 mil.

O indicado é mais um bolsonarista que ganha espaço na administração estadual. Outros nomes que se encaixam no perfil são os secretários Sonaira Fernandes (Políticas para Mulher) e Guilherme Derrite (Segurança Pública) e o secretário-executivo do Desenvolvimento Social, Filipe Sabará.

Tarcísio vem sofrendo críticas de bolsonaristas por desprezar aliados antigos, enquanto contempla nomes ligados ao PSD do secretário de Governo, Gilberto Kassab.

Militar da Aeronáutica, Dourado é filho de Vicente de Paulo Reinaldo e irmão de Michelle por parte de pai. Até outubro do ano passado, trabalhou como assistente parlamentar da primeira-secretaria do Senado, à época comandada pelo senador Irajá (PSD-TO), aliado da família Bolsonaro. No cargo, recebia salário de R$ 13,5 mil.

Antes de ir para o Senado, ele recebia R$ 5.600 no Ministério da Defesa, também em cargo de confiança.

Procurado por meio de sua assessoria, o governador não quis comentar o assunto.