Taxa de custódia do Tesouro Direto cai; veja o que muda para os investimentos

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BRASÍLIA — Os investidores que desejarem comprar títulos do Tesouro a partir de janeiro de 2022 pagarão uma taxa de custódia mais baixa. Segundo o Tesouro Nacional, a taxa será reduzida de 0,25% para 0,20% no próximo ano.

Os títulos do Tesouro ficarão mais baratos e são considerados um investimento de baixo risco porque têm a garantia do Estado. Em nota, o governo disse que a mudança faz parte de um compromisso firmado com a B3 para “aproveitar as oportunidades de reduções estruturais da taxa de custódia”.

A taxa de custódia é cobrada semestralmente, em julho e janeiro, no pagamento dos juros do título. Além disso, também é cobrada na venda dos títulos ou no encerramento da posição.

Investimentos de até R$ 10 mil nos títulos atrelados à taxa Selic já são isentos da taxa de custódia desde agosto de 2020.

O Tesouro Direto é uma forma do governo de popularizar o investimento nos títulos e permite que qualquer pessoa possa comprar a dívida do governo pela internet. As aplicações são a partir de R$ 30 e tem liquidez diária, ou seja, o dinheiro pode ser resgatado no mesmo dia.

Atualmente, o estoque do Tesouro Direto é de R$ 70 bilhões e tem 16 milhões de investidores.

Alta na Selic, alta na inflação

A rentabilidade dos títulos pode ser prefixada, atrelada à taxa básica de juros, a Selic, ou à inflação. No caso da Selic, a rentabilidade vem aumentando porque o Banco Central (BC) está trabalhando com uma trajetória de alta nos juros. No início do ano, ela estava em 2% e agora está em 6,25%.

Apesar disso, por conta da alta na inflação, a rentabilidade não tem ganhado da perda do valor do dinheiro.

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