Simone Tebet diz que foco do seu governo será a geração de emprego

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A presidenciável disse que seu foco, se eleita, será a geração de emprego e renda. “Só tem um jeito dos empregos voltarem: quando o Brasil tiver estabilidade e segurança jurídica. Ninguém investe num país polarizado, onde só se discute ódio, onde só se fica num discurso de nós contra eles e não se apresenta um projeto de responsabilidade fiscal, visando o social”, argumentou.

A presidenciável acrescentou que a candidatura dela é “a única que, de imediato, consegue garantir, previsibilidade, responsabilidade e segurança jurídica''. Tebet voltou a se declarar como liberal na economia e defendeu que parcerias público-privadas saiam do papel. “Temos que rasgar esse país de Norte a Sul e de Leste a Oeste, com ferrovias, rodovias duplicadas, portos e aeroportos, com regras fáceis e flexíveis. Claro, cuidando da preservação ambiental, mas desburocratizando. Isso gera milhões de empregos”, disse.

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Disputa

A poucos dias do primeiro turno das eleições, no dia 2 de outubro, Simone Tebet, disse que ainda há tempo para uma virada na campanha eleitoral. Ao lado de correligionários, a candidata disse que a continuidade da polarização no país é certa caso Lula ou Jair Bolsonaro vença: “por isso eu não desisto até o último dia". "Tenho expectativa e confiança de que dá para virar esse jogo e que o resultado só acontecerá após a apuração das urnas”.

Ainda em Fortaleza, Tebet participou de uma caminhada pelo centro da cidade.

Em agenda em São Luís, a candidata afirmou que a única forma de acabar com a fome no Brasil é resolver o problema do desemprego, e isso passa pelo fim da polarização. “O Brasil precisa de paz e de união para voltar a crescer. Do contrário, essa eleição só vai terminar no segundo turno no 31 de dezembro de 2026. A economia não suporta isso", disse.

Simone Tebet defendeu ainda a participação de mulheres no processo eleitoral. “Somos a maioria da população brasileira, mas somos minoria em absolutamente tudo. Somos maioria no banco da universidade, mas recebemos 20% menos que os homens. Se for uma mulher preta, recebemos 40% menos. Isso chama injustiça social.”

Matéria atualizada às 20h54 para acréscimo de informações da campanha da candidata em São Luís