Tebet vai ao Rio Grande do Sul selar apoio com o PSDB em torno de sua candidatura

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Pré-candidata à Presidência, a senadora Simone Tebet (MDB) deve ir ao Rio Grande do Sul nesta semana em busca de aliança com o PSDB. (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
Pré-candidata à Presidência, a senadora Simone Tebet (MDB) deve ir ao Rio Grande do Sul nesta semana em busca de aliança com o PSDB. (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

A senadora Simone Tebet (MDB) deve ir ao Rio Grande do Sul nos próximos dias. Tebet busca destravar as negociações no estado acreditando que o apoio do PSBD depende apenas de uma aliança de seu partido no Rio Grande do Sul. Para isso, a emedebista vai se empenhar em convencer o MDB a desistir da candidatura de Gabriel Souza ao governo do estado. Com isso o MDB deve apoiar Eduardo Leite ou outro nome que venha a ser indicado pelo PSDB. Tebet, que ainda se recupera de uma lesão no tornozelo, deve chegar em solo gaúcho nos próximos dias, liderando as articulações em prol de seu nome como candidata da chamada terceira-via.

Para selar o apoio, o PSDB pleiteia ainda o apoio do MDB a candidatos no Mato Grosso do Sul e em Pernambuco. Entretanto, a direção do MDB acredita ser suficiente o apoio no RS para destravar a aliança nacional.

Rumos do PSDB

A aposta do PSDB no nome de Tebet fará com que pela primeira vez em sua história o partido não tenha um candidato próprio para eleição presidencial. A aliança em torno da senadora levou o então pré-candidato do PSDB, o ex-governador de São Paulo, João Dória a desistir da candidatura. Em coletiva na última segunda-feira (23), Dória disse que entendia que seu nome não era a escolha da Executiva do partido. “Para as eleições deste ano, me retiro da disputa com o coração ferido, mas com a alma leve”.

Com a saída de João Doria do páreo, Tebet deu um passo à frente e agora vai passar a se mostrar mais como uma opção ao eleitorado. Na Pesquisa Ipespe divulgada nesta sexta-feira, 27, a candidata aparece em quarto lugar na disputa com 3% das intenções de voto. Na frente dela, se consolidam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 45% das intenções e o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL),com 34%. Ciro Gomes (PDT) está em terceiro lugar com os mesmos 8% de antes.

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