Quem tentar intervir sofrerá consequências nunca vistas, disse Putin antes da invasão

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Após pronunciamento contundente de Putin, Rússia invadiu a Ucrânia na contramão do que pediam líderes mundiais - Foto: (AP Photo/Alexander Zemlianichenko)
Após pronunciamento contundente de Putin, Rússia invadiu a Ucrânia na contramão do que pediam líderes mundiais - Foto: (AP Photo/Alexander Zemlianichenko)

Após o anúncio de que havia ordenado uma ação militar na Ucrânia na madrugada desta quinta-feira (24), Vladimir Putin, presidente da Rússia, ameaçou “aqueles que podem ser tentados a intervir” em nome do país vizinho.

“Agora, algumas palavras importantes, muito importantes para aqueles que podem ser tentados a intervir de fora em eventos em andamento”, disse o presidente.

As ameaças de Putin continuaram e ele salientou que a resposta da Rússia para possíveis intervenções deve levar a consequências nunca vistas.

“Quem quer que tente interferir conosco, e ainda mais para criar ameaças ao nosso país, ao nosso povo, deve saber que a resposta da Rússia será imediata e o levará a consequências como você nunca experimentou em sua história. Estamos prontos para qualquer desenvolvimento de eventos. Todas as decisões necessárias a esse respeito foram tomadas. Espero ser ouvido,” finalizou Putin.

Equipes da CNN na Ucrânia relataram explosões na Ucrânia e fora da região de Donbas, no leste do país.

Após o anúncio da operação, forças militares russas iniciaram nesta quinta-feira (24) uma ampla invasão da Ucrânia.

Segundo relatos, há tropas cruzando diversos pontos da fronteira e explosões perto das principais cidades ao redor do país — e não apenas na região de Donbas, onde grupos separatistas foram reconhecidos e apoiados recentemente pela Rússia.

O anúncio da operação militar na Ucrânia foi feito durante um pronunciamento feito na madrugada de quinta-feira (24), no horário russo. De acordo com Putin, as circunstâncias demandavam uma ação russa no leste do país vizinho.

Durante o pronunciamento, Putin ainda disse que a Rússia não deseja ocupar a Ucrânia, e que o país busca apenas a desmilitarização e a desnazificação do país vizinho.

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