"Teremos verdades" sobre o Brasil, diz Bolsonaro sobre discurso na ONU

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Na imagem, Presidente Jair Bolsonaro, que falou sobre o discurso que fará na semana que vem  (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
Presidente Jair Bolsonaro fala sobre discurso que fará na semana que vem (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
  • Bolsonaro afirmou que apresentará "verdades" sobre o Brasil em seu discurso na Assembleia Geral da ONU

  • O presidente, porém, não adiantou quais assuntos irá abordar

  • As declarações foram feitas durante evento em Minas Gerais

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (17) que apresentará "verdades" sobre o Brasil em seu discurso na Assembleia Geral da ONU na semana que vem. Bolsonaro, porém, não adiantou quais assuntos irá abordar.

“Na próxima terça feira, estarei na ONU, participando do discurso inicial daquele evento. Lá teremos verdades, teremos a realidade do que é o nosso Brasil e do que nós representamos verdadeiramente para o mundo”, destacou ao falar em evento de lançamento de um projeto de revitalização de bacias hidrográficas na cidade de Arinos (MG).

Ainda em seu discurso, Bolsonaro fez acusações sem provas contra governos anteriores de esquerda. Segundo ele, "bilhões e bilhões de dólares que saíam do Brasil para atender amigos que tinham identidade ideológica".

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As declarações do presidente ocorrem no dia em que uma nova pesquisa Datafolha mostrou que 59% dos brasileiros não votariam em Bolsonaro de jeito nenhum. Ele tem a maior rejeição entre os possíveis nomes da corrida eleitoral de 2022.

Assembleia Geral da ONU em Nova York

Em meio à pandemia de covid-19, a comitiva do presidente Jair Bolsonaro para a Assembleia Geral da ONU será composta por 120 pessoas. A informação é do portal Metrópoles.

Caso as 120 pessoas embarquem para Nova York, esta será uma das maiores comitivas do Brasil para eventos diplomáticos, de acordo com a publicação. De acordo com o que foi repassado à Missão do Brasil na ONU, sete ministros farão parte do grupo.

A participação de Bolsonaro na Assembleia Geral tem gerado polêmica porque será necessário um acordo com a ONU e também com a prefeitura de Nova York porque ele não se vacinou contra a covid-19.

A ONU não pode obrigar a vacinação de chefes de Estado, mas a administração da cidade norte-americana pretende exigir comprovante de imunização contra o novo coronavírus para liberar a entrada no plenário onde ocorrerá o evento.

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