Terroristas roubam bola autografada por Neymar durante invasão no DF

Objeto estava em uma exposição alusiva à Copa do Mundo de 2022

Bola autografada por Neymar foi roubada por terroristas que invadiram o Congresso (Divulgação)
Bola autografada por Neymar foi roubada por terroristas que invadiram o Congresso (Divulgação)
  • Bola de futebol autografada por Neymar é roubada por terroristas bolsonaristas;

  • Peça estava exposta em alusão à Copa do Mundo de 2022;

  • Outros diversos itens foram roubados e danificados durante a invasão às sedes dos Três Poderes.

Uma bola de futebol autografada por Neymar, atacante da Seleção Brasileira, está entre os itens roubados por bolsonaristas radicais que invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes neste domingo (8).

Segundo técnicos da Câmara dos Deputados, a bola estava em uma exposição alusiva à Copa do Mundo de 2022, realizada no Qatar. As informações são da Folha de S. Paulo.

Durante os atos de terrorismo, vários objetos foram levados. É o caso de presentes de autoridades estrangeiras, entregues em visita ao parlamento brasileiro. Eles estavam expostos em uma prateleira no Salão Verde da Câmara, que foi completamente destruída.

Documentos, mobília, equipamentos eletrônicos, obras de arte, armas e munição também foram levados. Segundo as assessorias do Congresso, Palácio do Planalto e STF (Supremo Tribunal Federal), ainda não há um inventário com tudo que foi roubado.

Destruição de itens históricos

Além dos saques, “parte importante do acervo artístico e arquitetônico” do Palácio do Planalto foi vandalizado, segundo nota da sede do Executivo. A lista preliminar foi dividida por andares e, entre as peças, estão:

  • Obra “As mulatas”, de Di Cavalcanti, cujo valor estimado é de R$ 8 milhões;

  • Galeria dos ex-presidentes — totalmente destruída, com todas as fotografias retiradas da parede, jogadas ao chão e quebradas;

  • Escultura “O Flautista”, de Bruno Jorge, avaliada em R$ 250 mil;

  • Mesa de trabalho de Juscelino Kubitscheck, exposta no salão;

  • Relógio de Balthazar Martinot, presente da Corte Francesa para Dom João VI que data do século XVII.

Entenda o que aconteceu