The Economist critica postura de Bolsonaro diante de pandemia do coronavírus

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President Jair Bolsonaro leaves the headquarters of the Ministry of Economy in Brasília, Brazil on Mar. 16, 2020. Even with recommendations to remain in isolation, the president had meetings with Minister Paulo Guedes. (Photo: Bruno Rocha/Fotoarena/Sipa USA)(Sipa via AP Images)
Presidente Jair Bolsonaro chamou COVID-19 de "gripezinha", o que foi destacado pela The Economist (Foto: AP/Bruno Rocha)

A revista britânica The Economist criticou a postura do presidente Jair Bolsonaro ao lidar com a crise do coronavírus. Segundo a publicação, enquanto a pandemia cresce, o presidente segue enrolando. A matéria, que saiu na última quinta-feira, ainda destacou que Bolsonaro chama o coronavírus de “gripezinha”.

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Outro ponto levantado pela The Economist é que o presidente Jair Bolsonaro pode ter agido como vetor ao participar das manifestações do dia 15 de março, quando apertou a mão de populares e tirou fotos com apoiadores. A publicação ainda lembra que, ao tomar essa decisão, Bolsonaro desrespeitos as ordens de quarentena mesmo depois de Fabio Wajngarten, secretário de comunicação, ter sido diagnosticado com COVID-19.

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O início da reportagem lembra que a primeira vítima da doença no Rio de Janeiro foi uma mulher de 63 anos que trabalhava com emprega doméstica. A empregadora havia voltado da Itália. Apesar de a trabalhadora ter diabetes e pressão alta, ela teve de continuar trabalhando, foi infectada e morreu. “Muitos funcionários de hospitais também ficaram doentes”, lembra a publicação.

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Sobre o sistema hospitalar, a The Economist alertou que este pode colapsar, como já foi previsto pelo ministro da Saúde. Luiz Henrique Mandetta, inclusive, foi elogiado pela revista, assim como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Paulo Guedes, por outro lado, foi alvo de críticas.

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