Tico Santa Cruz diz que esposa foi agredida e agradece ajuda policial

Tico Santa Cruz é vocalista do Detonautas; cantor relatou que a esposa, Luciana, foi agredida no birro onde moram no Rio de Janeiro (Foto: NurPhoto/NurPhoto via Getty Images)
Tico Santa Cruz é vocalista do Detonautas; cantor relatou que a esposa, Luciana, foi agredida no birro onde moram no Rio de Janeiro (Foto: NurPhoto/NurPhoto via Getty Images)

Tico Santta Cruz, vocalista da banda Detonautas, contou que a esposa, Luciana Rocha Fontenelle, foi agredida no bairro onde eles moram, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro, na madrugada do sábado (24).

"Ontem de madrugada minha esposa foi agredida no lugar onde moro. A PM foi chamada e fez um EXCELENTE atendimento - quero deixar esse registro", escreveu o cantor em suas redes sociais. "Cinco homens embriagados, violentos e completamente desrespeitosos. Se não fossem as autoridades do 31º Batalhão [da Polícia Militar, no Recreio dos Bandeirantes], teria acontecido uma tragédia."

A notícia repercutiu entre os seguidores de Tico, que mandaram mensagem de apoios ao cantor e a esposa, que estão juntos há 22 anos e têm dois filhos. Horas depois, ele agradeceu pela solidariedade dos internautas:

"Obrigado a todos que enviaram mensagem de solidariedade à minha esposa, que foi agredida verbalmente na madrugada de ontem! Esse carinho e empatia nos fazem crer que o amor prevalecerá. Gratidão", escreveu.

Tico vira voto

Tico Santa Cruz, apoiador de Ciro Gomes desde 2016, declarou em suas redes sociais (17), que está abrindo mão do voto no seu candidato para "resolver [a eleição] no primeiro turno" e declarou "voto útil" no ex-presidente Lula, do PT, à frente nas pesquisas, para derrotar Bolsonaro, do "PL":

"Trabalharemos mais 4 anos, sim. Ciro Gomes, 2026 é logo ali e vamos nos esforçar para que ele tenha sua chance. Agora precisamos dar fim a esse regime de ódio e sofrimento. Resolver no primeiro turno. O voto útil no Lula é o caminho para encerrar esse ciclo de tragédias", escreveu no Twitter.

"Se há um paciente em estado gravíssimo e temos como salvá-lo agora, por que esperar mais 30 dias?", seguiu. "Não estou deixando de lado o projeto que acredito. Também não estou assinando cheque em branco. Seguirei atento, como sempre estive, e crítico. Não aguento mais tanta violência, miséria, fome. Tanta vergonha".