Tiffany comemora 20 anos no Brasil com três dias de festa

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Em novembro de 2001, a Tiffany & Co., joalheria eternizada por Audrey Hepburn em “Bonequinha de Luxo”, abriu sua primeira loja no Brasil, no shopping Iguatemi, em São Paulo . Vinte anos depois, a empresa esta presente também em Curitiba, Brasília e no Rio de Janeiro, com seis lojas e muitos motivos para comemorar apesar dos tempos difíceis. Na contramão do cenário econômico mundial, prejudicado pela pandemia da Covid-19, o mercado de luxo registrou crescimento considerável dos negócios. Segundo uma pesquisa da consultoria Bain & Company, as vendas on-line de produtos como bolsas, joias, vinhos e sapatos estão em alta, e podem representar 30% do mercado até 2025.

Para comemorar as duas décadas de Brasil e a retomada dos negócios a todo vapor, a joalheria promoveu, no último fim de semana um evento tão inesquecível quanto suas peças mais icônicas. Batizado de Tiffany Summer Arts Club, o encontro para 160 clientes e amigos da marca teve três noites de programações culturais intensas, com música, artes plásticas e alta gastronomia. O grande tema das celebrações foi a relação da marca com o mundo das artes. Desde a sua fundação, em 1837, em Nova York, a Tiffany & Co. mantém uma relação de proximidade com o universo artístico. Louis Comfort Tiffany, filho de Charles Lewis Tiffany, fundador da joalheria, foi um dos artistas mais badalados do movimento de Art Nouveau.

Além disso, a joalheria possui hoje diversas peças e objetos expostos em diferentes instituições de arte ao redor do mundo além de apoiar museus como o Metropolitan Museum em Nova York e a Pinacoteca de São Paulo. Este ano a marca também iniciou uma parceria sólida com a SP-Arte.

As comemorações dos 20 anos de Brasil, começaram na sexta-feira (12) com pocket show da cantora Vanessa Da Mata. No sábado (13), segundo dia do Tiffany Summer Arts Club, a marca apresentou a exposição “Nova Vanguarda Carioca”. Com curadoria e direção do diretor de arte e cenógrafo Gringo Cardia, que lidera a escola Spectaculu de Arte e Tecnologia, a mostra apresentou a nova geração de artistas da periferia do Rio de Janeiro, como Geleia da Rocinha, Elian e Getulio.

Após o vernissage, um bate papo com Vik Muniz, Gringo Cardia, Keyna Eleison, curadora do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e a escritora e crítica literária Heloisa Buarque de Holanda, entreteve os convidados. O dia terminou com um jantar no Corcovado aos vocais de Bebel Gilberto. Nem o tempo frio e o vento forte foram capazes de diminuir o impacto de estar aos pés do Cristo Redentor, iluminado de azul Tiffany, metonímia já incorporada no mundo da moda em referência às caixinhas, porta-joias e embalagens da joalheria.

O terceiro e último dia de celebrações, no domingo (14), começou como uma apresentação dos atores da Spetaculu no icônico Teatro do Copacabana Palace, reaberto recentemente depois de 27 anos fechado. A noite seguiu com jantar formal nos salões do Copa e um show catártico de Lulu Santos. Se os diamantes são eternos, a festa em torno deles, também dificilmente sairá da memória.

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