Time feminino do Corinthians denuncia racismo em semi da Libertadores

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Jogadoras do Corinthians comemoram apoiando companheira (Norberto Duarte/AFP via Getty Images)
Jogadoras do Corinthians comemoram apoiando companheira (Norberto Duarte/AFP via Getty Images)

O Corinthians garantiu sua vaga na final da Libertadores Feminina ao golear o Nacional, do Uruguai, por 8 a 0, nesta terça (16). Mas ao invés da grande atuação das "Brabas", a principal manchete do jogo é uma denúncia de racismo por parte de uma jogadora da equipe uruguaia.

Após Adriana marcar o sexto gol do Corinthians, foi chamada de "macaca" por uma adversária. A informação foi relatada pelo perfil da equipe feminina do Timão no Twitter. Algumas atletas do equipe brasileira ficaram bastante abaladas em campo e a meia Vic Albuquerque chegou a chorar. 

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Quando Grazi marcou o último tento da goleada, ela se manifestou com um gesto da luta antirracista e foi acompanhada pelas companheiras em campo e também por quem estava no banco de reservas.

Ao fim do jogo, Adriana foi entrevistada pela transmissão da Conmebol e pediu a palavra para falar sobre o acontecimento.

"Uma causa que trabalhamos muito pra que não aconteça. Não ouvi o que ela falou, mas acredito que todos que ouviram se sentiram mal", disse a atleta do Corinthians. "Depois as meninas me contaram e me senti mal porque nunca tinha passado por isso. Espero que não aconteça mais."

As 'Brabas' disputam a final da Libertadores Feminina no próximo domingo (21), às 20h, contra o Independiente Santa Fe, da Colômbia, que eliminou a Ferroviária na outra semifinal.

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