Tom Maior acelera o passo e faz desfile de superação

A Tom Maior fez um desfile de superação para tentar apagar a falha no carro abre-alas que, no entanto, prejudicou a performance da escola ao atrasar toda a evolução. A Tom Maior precisou acelerar o desfile nos últimos minutos de apresentação para cruzar a linha de chegada em menos de 65 minutos. Quando a última ala chegou à dispersão, boa parte dos passistas da escola estava emocionada.

A presidente da Tom Maior, Luciana Silva, precisou de alguns minutos antes de conceder entrevista. Ela admitiu que a escola teve que acelerar o desfile e por conta do problema no carro abre-alas. O veículo teve de ser puxado o desfile inteiro por duas empilhadeiras. "O regulamento prevê carro de apoio no desfile", disse. "Tivemos que acelerar, mas tudo o que veio atrás do carro abre-alas supera", afirmou.

A presidente da Tom Maior admitiu, porém, que a escola não deve fazer parte do grupo que fará o desfile das campeãs. "Mas também não acho que vamos brigar apenas para ficar no Grupo Especial", disse, sobre a possibilidade de rebaixamento após a apresentação.

Minutos antes do desfile começar, o carro abre-alas apresentou um problema no mecanismo que dá direção ao veículo, uma espécie de leme. Ele entrou puxado pelas empilhadeiras. No entanto, até o posicionamento do carro acontecer, houve muita gritaria e até um principio de briga entre um dos coordenadores da Tom Maior e um funcionário da Prefeitura.

A Tom Maior encerrou a primeira noite de desfiles do carnaval de São Paulo, já na manhã deste sábado, dia 1º. Ela fez uma homenagem à cidade de Foz do Iguaçu.

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