Três mortos e mais de 30 feridos em 'ataques suicidas' em Uganda

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Tentativas de apagar o fogo depois que uma bomba explodiu perto do edifício do Parlamento de Uganda em Kampala em 16 de novembro de 2021 (AFP/Ivan Kabuye)

Pelo menos três pessoas foram mortas e mais de 30 ficaram feridas em dois atentados suicidas em Kampala, capital de Uganda, nesta terça-feira(16), informou a polícia, atribuindo os ataques a um grupo local ligado aos rebeldes muçulmanos da ADF.

O governo já havia atribuído dois atentados a bomba no final de outubro em Kampala às Forças Democráticas Aliadas (ADF), um grupo de origem ugandense que atua há mais de 25 anos no leste da vizinha República Democrática do Congo, onde foi acusado de numerosos massacres de civis.

O grupo jihadista Estado Islâmico refere-se à ADF como sua "Província da África Central" (Iscap). Em março, os Estados Unidos vincularam oficialmente a ADF ao grupo Estado Islâmico.

Os ataques ainda não foram reivindicados, mas "suas características coincidem com as da ADF", disse o porta-voz da polícia Fred Enanga.

As duas explosões ocorreram pela manhã, com três minutos de intervalo, no distrito comercial de Kampala.

O primeiro ataque foi realizado em um posto de controle próximo à sede da polícia por um homem carregando uma bomba em uma mochila. O segundo por dois homens "disfarçados de mototáxis" perto da entrada do Parlamento, segundo a polícia.

As forças de contraterrorismo detiveram um quarto terrorista e "apreenderam um dispositivo explosivo caseiro não detonado ... de sua casa", disse Enanga.

A maioria dos feridos são policiais, disse a Cruz Vermelha de Uganda.

A explosão perto das instalações da polícia destruiu janelas, e a outra, perto do Parlamento, incendiou veículos estacionados na área.

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