Três são mortos a tiros em dois casos na zona norte de São Paulo

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Três homens foram mortos em dois casos, entre o fim da noite de quarta-feira (1º) e o início da madrugada desta quinta, na zona norte da capital paulista. Nenhum suspeito pelos havia sido identificado ou preso até a publicação desta reportagem.

A motivação para os crimes, até o momento não relacionados pela polícia, é investigada pelo 45º DP (Vila Brasilândia) e pelo DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa).

No fim da noite de quarta, Jefferson dos Santos, 22 anos, foi encontrado ferido a tiros na rua Alfredo Pereira dos Santos, na Vila Penteado.

O homem que socorreu Santos afirmou à polícia, assim que chegou ao pronto-socorro municipal 21 de Junho, que mora na via onde a vítima foi baleada, mas que não tinha nenhum contato com o homem ferido, que acabou morrendo na unidade de saúde.

Nos bolsos de Santos, policiais militares afirmam terem encontrado 452 pedras de crack além de R$ 2.034,60, supostamente da venda de drogas. O homem foi atingido, segundo a polícia, com ao menos dois tiros.

Já no início da madrugada desta quinta, policiais militares foram acionados para ir até a rua João Maurício da Costa Jubim, na região da Brasilândia. O local fica a cerca de 350 metros de distância de onde ocorreu o primeiro homicídio,

Ao chegar na via, por volta das 2h50, os PMs encontraram os corpos do agente de segurança Kleiton Alves, 24 anos, e de Caio Guilherme Fernandes, 22.

Alves estava caído em uma calçada. Ao lado de seu corpo, segundo boletim de ocorrência, havia "vários" projéteis de arma de fogo. A cerca de 20 metros de distância, estava o corpo de Fernandes, no qual os PMs identificaram ferimentos em uma das pernas, pé e também na cabeça.

A SSP (Secretaria da Segurança Pública) afirmou que os dois casos são investigados pelo 45º DP e pelo DHPP, que já instauraram inquéritos para apurar a autoria e motivação para ambos os crimes.

Na região onde as três vítimas foram encontradas mortas, outras sete foram assassinadas entre janeiro e julho deste ano, ainda de acordo com a pasta --mesmo número registrado entre os sete primeiros meses do ano passado.

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