Três soldados americanos desaparecem na Ucrânia

O Departamento de Estado americano informou nesta quinta-feira que procura informações sobre os três americanos que foram relatados como desaparecidos na Ucrânia ao longo da última semana. Alexander Drueke, de 39 anos, Andy Tai Ngoc Huynh, de 27, e Grady Kurpasi, de 49, estavam no país para combater a Rússia, ao lado das forças armadas ucranianas.

Todos os três são ex-militares das Forças Armadas dos Estados Unidos.

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— Se for verdade, faremos tudo possível para traze-los de volta com segurança para casa — disse o porta-voz da Casa Branca, John Kirby, que disse ainda que o governo americano não recomenda aos seus cidadãos viagens ao país: —É uma zona de guerra. É combate. E se você gosta de apoiar a Ucrânia, há várias outras maneiras de fazer isso que são mais seguras e eficazes.

Em nota, o Departamento de Estados dos EUA disse que a Rússia tem a obrigação, conforme o Direito Internacional, de dar tratamento humano aos prisioneiro de guerra.

Uma foto que mostra Drueke e Huyn supostamente capturados e feitos prisioneiros em um caminhão russo circulou em contas pró-Moscou no Telegram:

No início do mês, uma Corte da república separatista de Luhansk condenou à morte por fuzilamento dois britânicos e um marroquino que haviam sido capturados lutando junto aos ucranianos.

Drueke e Huyn desapareceram no dia 9 de junho, durante conflito nos arredores da cidade de Izbytske,. Publicações nas redes sociais russas afirmaram que a dupla havia sido feito prisioneira de guerra. A embaixada dos EUA na Ucrânia não conseguiu até o momento confirmar se os dois haviam sido realmente capturados.

O último desaparecimento relatado foi o de Kurpasi. Segundo seus familiares, o último contato feito pelo homem foi ainda em abril. O homem havia chegado a Ucrânia em março e foi designado para um posto de observação na região de Kherson, onde uma evacuação da população civil estava em andamento.

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