Traficante André do Rap é incluído em listas de procurados da Interpol e do Ministério da Justiça

A Interpol incluiu nesta terça-feira (13) o nome do traficante André Oliveira Macedo, o André do Rap, na lista internacional de procurados. O pedido havia sido feito pela Polícia Federal na segunda-feira. De acordo com a PF, o perfil do criminoso brasileiro não aparece no site da Interpol porque o cadastro foi feito em uma “lista restrita”, segundo informou a Globonews.

Também nesta terça-feira, André do Rap entrou na lista de procurados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. No site onde constam os procurados (https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/sua-seguranca/operacoes-integradas/procurados), a pasta do governo federal explica que “o cidadão pode colaborar, com denúncias e informações, através dos números de Disque-Denúncia das Secretarias de Segurança Pública dos Estados-membros (disque 190), pelo celular baixando o aplicativo Snesp, ou, ainda, através dos botões (na própria página) ‘Faça sua denúncia aqui’ e ‘Denúncie pelo Sinesp - versão mobile’.

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Os indivíduos da Lista de Procurados Nacional são perigosos e de alto risco. Portanto, recomenda-se o acionamento das forças policiais para efetuarem as prisões”. O anonimato do denunciante é garantido

André do Rap saiu da cadeia no último sábado (10) após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello conceder habeas corpus a ele. Em sua decisão, Marco Aurélio citou um trecho do pacote anticrime, aprovado em 2019, que determinam a necessidade de revisar a prisão preventiva a cada 90 dias. Horas depois, o presidente da Corte, Luiz Fux, revogou o habeas corpus concedido pelo colega, mas o traficante já estava solto e ainda não foi recapturado. Investigações apontam que André do Rap pode já estar fora do Brasil.

Ao revogar a decisão de Marco Aurélio Mello que soltou o traficante, Luiz Fux avaliou que a liberdade dele poderia causar grave lesão à ordem pública e à segurança. O presidente do STF destacou que se trata de alguém de altíssima periculosidade, com dupla condenação na segunda instância por tráfico internacional de drogas e envolvimento com organização criminosa, que ficou foragido por mais de cinco anos até ser preso em 15 de setembro de 2019, em uma mansão em Angra dos Reis, na Costa Verde do Estado do Rio.

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