Tragédia em Capitólio: Governo identifica 500 áreas em risco iminente, diz ministro

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Tragédia em Capitólio: Governo identifica 500 áreas em risco iminente, diz ministro
Tragédia em Capitólio: Governo identifica 500 áreas em risco iminente, diz ministro (Foto: Reprodução)
  • Tragédia em Capitólio: Governo identifica 500 áreas em risco iminente, diz ministro do Turismo

  • Gilson Machado Neto e secretários de Turismo se encontraram para adotar medidas de precaução de desabamentos

  • 10 pessoas morrem após deslizamento de uma rocha nos cânios de Capitólio

O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, afirmou que após a tragédia em Capitólio, em Minas Gerais, o Serviço Geológico do Brasil, empresa pública vinculada à pasta, identificou “500 áreas em risco iminente” de desabamento. A informação foi dada ao Fantástico, da TV Globo.

Durante a entrevista, ele também falou que há a possibilidade de que seja feito um adendo na lei que obrigue vistorias em áreas remotas, onde ficam cânions, falésias, cavernas e cachoeiras. Isso porque, atualmente, pela lei, inspeções como essas só precisam ser feitas em áreas urbanas.

“Não resta dúvidas, isso porque já vamos disponibilizar 500 áreas em risco iminente. Quero fazer isso o mais rápido possível, para ontem. Para que a gente possa cada vez mais oferecer mais segurança ao turista, envolver os estados e municípios, que são lá na ponta, na capilaridade”, afirmou o ministro ao programa.

O ministro e secretários de Turismo se encontraram virtualmente na semana passada para traçar diretrizes e adotar medidas de precaução.

Ainda para o Fantástico, Gilson Machado disse que o governo vai oferecer um curso de capacitação para condutores do turismo náutico, além de querer incentivar o registro de todos os operadores turísticos do país.

O que aconteceu

No dia 8 de janeiro, dez pessoas morreram após o deslizamento de uma rocha nos cânions de Capitólio, em Minas Gerais. No total, quatro lanchas foram atingidas pelas pedras, sendo que duas foram impactadas diretamente.

As dez pessoas que morreram após o desastre estavam na mesma embarcação, a lancha de nome “Jesus”.

Os identificados são:

  • Júlio Borges Antunes, de 68 anos, natural de Alpinópolis (MG);

  • Camila Silva Machado, de 18 anos, de Paulínia (SP);

  • Mykon Douglas de Osti, de 24 anos, de Campinas (SP);

  • Sebastião Teixeira da Silva, de 64 anos, de Anhumas (SP); e a esposa dele, Marlene Augusta Teixeira da Silva, de 57 anos, de Itaú de Minas (MG);

  • Geovany Teixeira da Silva, de 37 anos;

  • Geovany Gabriel Oliveira da Silva, 14 anos;

  • Thiago Teixeira da Silva Nascimento, 35 anos

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