Transações no e-commerce crescem 40% nas madrugadas durante o isolamento

Sistema cerebral de recompensa é um dos motivos, explica neurologista

O consumidor brasileiro tem madrugado neste período de isolamento para combater o avanço do coronavírus no país. É o que mostra um dado da Rede, empresa de meios de pagamento, sobre aumento das vendas online entre a meia-noite e as 3h da manhã. Em abril, esses pedidos aumentaram 40%, no comparativo com o mesmo período do ano passado.

Presidente da Rede, Marcos Magalhães explica que o  crescimento dos pedidos no e-commerce não aconteceu só nesta faixa de horário.

—  Esse comportamento reflete a alteração de rotina forçada pela Covid-19, sem dúvida relacionado à nova dinâmica doméstica e profissional que grande parte da população está vivendo. Independentemente do horário, a alternativa de compras online ganha ainda mais relevância em tal dinâmica —  avalia Marcos Magalhães, presidente da Rede.

Ainda assim, a alta durante a madrugada revela que a rotina dos brasileiros não está muito saudável, explica Andrea Bacelar, médica neurologista e presidente da Associação Brasileira do Sono. O sono desregulado, segundo ela, pode ter duas origens:

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— Existe a síndrome do atraso de fase, que atinge cerca de 10% da população, na qual a vontade de dormir se faz mais tarde. Quando essas pessoas estão sincronizadas com uma rotina, a exposição ao sol e à claridade trazem o sono para mais cedo. Mas, biologicamente, o ritmo delas é outro, e isso se aflora neste período de isolamento, se a pessoa está podendo escolher o horário de trabalho, não precisa contar com o tempo de deslocamento pela manhã... dorme mais tarde. O segundo fator ocorre em adolescentes em geral, que também têm uma tendência biológica de dormir mais tarde e acordar mais tarde. Da mesma forma, se eles estão assistindo aulas online no horário em que desejam ou não precisam se deslocar até as escolas, vão dormir mais tarde — diz ela, acrescentando que usar este tempo acordado para consumir também é um sintoma do período de isolamento social: — A gente cria um sistema cerebral de recompensa quando está sob stress e tristeza, por exemplo, e busca sensações agradáveis, como comer e comprar. E faz isso no momento em que está sozinho, preferencialmente, e sem freios.

A neurologista, no entanto, defende a importância de um sono regrado.

— A gente precisa do sono para restaurar todos os sistemas do corpo humano. Não é preciso dormir cedo, necessariamente, de 22h às 6h. Mas criar hábito é fundamental. Escolha uma janela de sono e respeite-a — conclui.

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    Brasil ultrapassa meio milhão de casos de Covid-19

    BRASÍLIA, DF, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com 16.409 novos casos, o Brasil superou neste domingo (31) a marca de 500 mil confirmações da Covid-19 desde o início da epidemia no país, há pouco mais de três meses. Ao todo, já são 514.849 casos confirmados. O país também registrou 480 novas mortes nas últimas 24 horas, chegando a 29.314. Horas antes de os novos números da Saúde serem divulgados, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a contrariar orientações sanitárias de evitar aglomerações e compareceu a uma manifestação da favor do seu governo e contra o STF (Supremo Tribunal Federal) e o Congresso. Bolsonaro requisitou um helicóptero oficial para sobrevoar a Esplanada dos Ministérios. Em seguida, sem máscara, desceu e caminhou para cumprimentar apoiadores que estavam em frente ao Planalto, subindo em seguida em um cavalo. Não deu declarações. Técnicos do Ministério da Saúde alertam que o número real de casos no Brasil tende a ser maior. Entre os motivos, estão subnotificação devido à baixa oferta de testes e ocorrência de casos suspeitos ainda em análise. Boletim do próprio ministério aponta que o país segue em tendência de aumento de casos e mortes, "não sendo observados ainda sinais de desaceleração". Dados compilados pela Universidade John Hopkins (EUA) apontam que o país é hoje o segundo em número de registros da Covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos, que soma 1,8 milhão de casos. Neste domingo (31), o governo norte-americano anunciou o envio de 2 milhões de doses de hidroxicloroquina (HCQ) ao Brasil e diz que mandará em breve mil ventiladores. "A HCQ será usada como profilático para ajudar a defender enfermeiros, médicos e profissionais de saúde do Brasil contra o vírus. Ela também será utilizada no tratamento de brasileiros infectados", diz a nota. Afirma que também que haverá um esforço de pesquisa conjunto entre Brasil e os EUA que incluirá testes clínicos controlados randomizados da substância para avaliações adicionais de segurança e eficácia. Ainda não há evidências científicas de que o uso da hidroxicloroquina tenha efeito protetor contra o coronavírus, que reduza internações ou ainda que evite mortes. Primeiro a confirmar a chegada da Covid-19, o estado de São Paulo tem hoje o maior número de registros da doença, com 109.615 casos confirmados e 7.615 mortes por coronavírus nas últimas 24 horas. Foram registrados 83 novos óbitos e 2.556 novos casos no período. A taxa de ocupação das UTIs na Grande São Paulo é de 84,7 %. No estado, é 71.6%. Há 12.920 pacientes internados, sendo 8.059 em enfermaria e 4.861 em UTI. Nesta segunda-feira (1º), sem estabelecimentos abertos, começará o processo de reabertura da economia, anunciado pelo governo João Doria (PSDB). Doria autorizou prefeituras de partes do interior e da capital iniciarem o processo de reabertura de comércio, shoppings e serviços. No entanto, isso ainda depende de decretos municipais. Na capital paulista, o prefeito Bruno Covas (PSDB) estabeleceu que cada setor econômico precisa antes aprovar protocolos antes de reabrir. O tucano, em meio ao processo de análise dos protocolos, resolveu prorrogar a quarentena até dia 15 de junho. Segundo a prefeitura, se eventualmente algum grupo conseguir a aprovação antes desta data poderá abrir mesmo assim. O processo, porém, não é simples. A avaliação inclui apresentação de protocolos de distanciamento, higiene, testagem de colaboradores, horários alternativos, agendamento para atendimento, fiscalização e apoio para que funcionários que não tenham com quem deixar seus dependentes. As propostas devem começar a chegar já nesta segunda, uma vez que há pressa entre os setores para a retomada. A ideia da área comercial é conseguir reabrir a tempo do dia dos namorados, em 12 de junho. A capacidade dos estabelecimentos deve estar limitada a 20% e por quatro horas seguidas, além de adoção de protocolos padrões e setoriais específicos, que deverão ser aprovados pela prefeitura. No caso dos shoppings, há uma proibição adicional, que se refere ao uso das praças de alimentação. São Paulo foi incluída na chamada área laranja, na classificação de cinco fases do governo: vermelha, laranja, amarela, verde e azul. Na primeira, há restrição total, que vai desaparecendo gradualmente até chegar na fase azul, de abertura. A Grande SP, por outro lado, permaneceu na área vermelha. No entanto, a situação pode mudar pois Doria subdividiu a região em cinco, cujos indicadores serão avaliados separadamente. A divisão foi feita pelas cidades da região norte, Alto Tietê, Grande ABC, regiões dos Mananciais e Rota dos Bandeirantes. O principal índice que tem sido levado em conta e que tirou a capital da zona vermelha foi a questão dos leitos. Nos bastidores, também houve pressão do prefeito Bruno Covas para a liberação para que fossem tratados dos protocolos de reabertura. Segundo os dados do governo, 90% da população do estado estão em cidades na fase de "atenção ou controle", ou seja, em que haverá algum tipo de retomada das atividades comerciais.

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  • Política
    Folhapress

    Manifesto jurídico rejeita intervenção das Forças Armadas e pede respeito a democracia

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um manifesto assinado por 70 profissionais ligados ao direito, entre professores, advogados, procuradores, juízes e três ex-ministros da Justiça pede que as Forças Armadas respeitem a democracia e rejeita que elas tenham um suposto papel moderador. "Às Forças Armadas não se atribuem prerrogativas de poder constitucional, sendo instituições nacionais permanentes e regulares a serviço do Estado", diz o texto. Entre os signatários estão os ex-ministros da Justiça Miguel Reale Júnior (governo Fernando Henrique Cardoso), José Eduardo Cardozo (Dilma Rousseff) e Torquato Jardim (Michel Temer). A presença de Reale, um dos autores do pedido de impeachment de Dilma, e de Cardozo, que defendeu a ex-presidente neste mesmo processo, exemplifica a amplitude ideológica da lista. Também fazem parte, entre outros, o procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo, Mário Luiz Sarrubbo, o diretor da Faculdade de Direito da USP, Floriano de Azevedo Marques Neto, e advogados como Antonio Claudio Mariz de Oliveira, Alberto Toron, Fabio Tofic Simantob, Tecio Lins e Silva, Luiz Flávio Borges D'Urso e Eduardo Carnelós. A iniciativa partiu dos advogados Marcos da Costa, ex-presidente da OAB-SP, e Marcelo Knopfelmacher, ex-presidente do Movimento de Defesa da Advocacia (MDA). A intervenção das Forças Armadas em momento de crise vem sendo defendida por diversos aliados do presidente Jair Bolsonaro, como o ex-deputado Roberto Jefferson, além de ativistas digitais de direita. Ela se baseia numa interpretação do artigo 142 da Constituição, que abriria margem para que os militares atuassem como uma espécie de força moderadora, o que é rejeitado pelos autores do manifesto. "A nação conta com suas Forças Armadas como garantia de defesa dos Poderes constitucionais, jamais para dar suporte a iniciativas que atentem contra eles", diz o texto. Os pedidos de intervenção militar têm se acentuado nas últimas semanas, em razão de sucessivas derrotas que Bolsonaro tem sofrido por ação do Supremo Tribunal Federal. Exemplos recentes foram o veto à nomeação de Alexandre Ramagem para dirigir a Polícia Federal e a divulgação praticamente na íntegra do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, contra a vontade do Planalto. A temperatura subiu ainda mais na última quarta-feira (27), quando a PF, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, fez ações de busca e apreensão contra apoiadores do presidente, no inquérito que apura a propagação de fake news. Bolsonaro protestou contra a ação e ameaçou não cumprir mais decisões do Supremo. O manifesto defende que discordâncias sobre decisões judiciais são normais e podem ser contestadas, mas sempre seguindo os caminhos constitucionais. "Eventuais insatisfações e contrariedades sobre decisões do STF são fenômenos comuns e compreensíveis no Estado democrático de Direito. Sua correção e ajustamento devem ser buscados no próprio texto constitucional, a Lei Maior, onde não há guarida para soluções com mobilização de força", afirma o documento. * Leia a íntegra do manifesto: "As Forças Armadas e a Democracia A Constituição de 1988 reservou às Forças Armadas papel fundamental como instrumento de defesa do Estado de Direito e das instituições democráticas (Título V), tendo como missão a defesa da pátria, a garantia dos poderes constitucionais --Poder Legislativo, Poder Executivo e Poder Judiciário (art. 2º) -- e, por iniciativa de qualquer deles, a defesa da lei e da ordem. Os Poderes da República são o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, e somente estes! Às Forças Armadas não se atribuem prerrogativas de poder constitucional, sendo instituições nacionais permanentes e regulares a serviço do Estado. Nem agregam o papel de poder moderador entre os Poderes, quer porque assim não está expresso na letra constitucional, quer por não terem vocação para tal mister, em função de seu próprio caráter de força. Ademais, careceriam de condições para exercer tal incumbência, dada sua vinculação hierárquica e disciplinar ao presidente da República, chefe do Poder Executivo. Os Poderes, por mandamento constitucional, são independentes e harmônicos entre si (art. 2º), tendo sua organização, funcionamento e atribuições expressamente previstos na Constituição, que ainda define como responsável por sua guarda o Supremo Tribunal Federal (art. 102). Eventuais insatisfações e contrariedades sobre decisões do STF são fenômenos comuns e compreensíveis no Estado Democrático de Direito, da mesma forma como ocorrem em relação a deliberações dos Poderes Executivo e Legislativo. Sua correção e ajustamento devem ser buscados no próprio texto constitucional, a Lei Maior, onde não há guarida para soluções com mobilização de força. A nação conta com suas Forças Armadas como garantia de defesa dos Poderes constitucionais, jamais para dar suporte a iniciativas que atentem contra eles. Conclamamos todos ao encontro da obediência à ordem legal, do caminho da harmonia e do respeito aos Poderes, sob a crença de que, por meio do diálogo, eles continuem o esforço de consolidação de nossa democracia e a merecer os aplausos dos brasileiros. Só assim o Brasil poderá enfrentar as crises --sanitária, econômica e política-- que corroem o ânimo nacional e reencontrar a chama da esperança tão aguardada por todas as camadas de nossa população. Marcos da Costa (advogado, ex-presidente da OAB/SP) Marcelo Knopfelmacher (advogado, ex-presidente do Movimento de Defesa da Advocacia - MDA) Felipe Locke Cavalcanti (advogado, procurador de Justiça aposentado, ex-ministro do Conselho Nacional de Justiça - CNJ) Carlos José Santos da Silva (advogado, presidente do Centro de Estudos de Sociedades de Advogados - Cesa) Paulo Penteado Teixeira Junior (procurador de Justiça e presidente da Associação Paulista do Ministério Público - APMP) Mário Luiz Sarrubbo (procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo) Rita Cortez (advogada, presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros - IAB) Renato Cury (advogado, presidente da Associação dos Advogados de São Paulo - AASP) Floriano de Azevedo Marques Neto (diretor da Faculdade de Direito da USP) Miguel Reale Junior (advogado e ex-ministro da Justiça - governo FHC) José Eduardo Martins Cardozo (advogado e ex-ministro da Justiça - governo Dilma) Torquato Jardim (advogado, ex-ministro da Justiça - governo Temer) Walter Baere Filho (procurador federal, ex-presidente do Conselho de Administração do BNDES) Cristiane Romano (advogada) Julio de Oliveira (advogado) Maucir Fregonesi (advogado) Renata Refinneti Guardia (advogada) Leonardo Sica (advogado, ex-presidente da Associação dos Advogados de São Paulo) Antonio Claudio Mariz de Oliveira (advogado, ex-presidente da OAB/SP) Eduardo Muylaert (advogado, ex-secretário de Justiça e Segurança Pública do Estado de São Paulo) Fabio Tofic Simantob (advogado, ex-presidente do Instituto de Defesa do Direito de Defesa - IDDD) Tecio Lins e Silva (advogado, ex-presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros - IAB) Luiz Flávio Borges D'Urso (advogado, ex-presidente da OAB/SP) Eduardo Carnelós (advogado, ex-presidente da Associação dos Advogados de São Paulo - AASP) Rubens Naves (advogado) Marcos Fuchs (advogado, diretor-executivo do Instituto Pro Bono) Fernando Castelo Branco (advogado) Pierpaolo Cruz Bottini (advogado, professor de Direito Penal da USP) Arystóbulo de Oliveira Freitas (advogado, ex-presidente da Associação dos Advogados de São Paulo - AASP) Antonio Corrêa Meyer (advogado, ex-presidente da Associação dos Advogados de São Paulo - AASP) Alberto Toron (advogado, professor de Direito Penal da FAAP) Nino Oliveira Toldo (desembargador federal do TRF-3, ex-presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil - Ajufe) Everaldo Patriota (advogado) Oscar Vilhena (advogado, professor de Direito da FGV/SP) Belisário dos Santos Júnior (advogado, ex-secretário de Justiça do Estado de SP) Marcio Kayatt (advogado, ex-pesidente da Associação dos Advogados de São Paulo - AASP) Antonio Ruiz Filho (advogado, ex-presidente da Associação dos Advogados de São Paulo - AASP) Ophir Cavalcante Junior (advogado, ex-presidente do Conselho Federal da OAB) Márcia Dinis (advogada) Hugo Leonardo (advogado, presidente do Instituto de Defesa do Direito de Defesa - IDDD) Roberto Delmanto Junior (advogado) Juliano Breda (advogado, ex-presidente da OAB/PR) José Rogério Cruz e Tucci (advogado, ex-diretor da Faculdade de Direito da USP) Celso Sanchez Vilardi (advogado) Homero Mafra (advogado) Marco Aurélio Carvalho (advogado) Eloisa Arruda (procuradora de Justiça, ex-secretária de Justiça do Estado de SP) Maria Cecília Pereira de Mello (advogada, desembargadora Federal do TRF-3 aposentada) Celso Cintra Mori (advogado) Marcio Elias Rosa (advogado, ex-procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo) Paulo Sérgio Domingues (desembargador dederal do TRF-3, ex-presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil - Ajufe) Humberto Gouveia (advogado) Eleonora Rangel Nacif (advogada) Fernanda Tortima (advogada) Marina Toth (advogada) Mariana Figueiredo Paduan (advogada) Natália Tozzatti (advogada) Luiza Alexandrina Vasconcelos Oliver (advogada) Gustavo Ungaro (advogado) Luísa Moraes Abreu Ferreira (advogada) Rafael Thomaz Favetti (advogado e cientista político) Rossana Brum Leques (advogada) Helena Lobo da Costa (advogada) Gabriel Freire Talarico (advogado) Paulo Diacoli (advogado) Juliana Rodrigues Malafaia (advogada) Carolina de Queiroz Franco Oliveira (advogada) Fabio Mariz de Oliveira (advogado) Giovana Mariz de Oliveira (advogada) Claudia Bernasconi (advogada)"

  • Em dia de protestos, Mourão diz que militares 'mantêm a estabilidade institucional do país'
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    Em dia de protestos, Mourão diz que militares 'mantêm a estabilidade institucional do país'

    BRASÍLIA- Em dia de protestos contra e pró-governo em todo o país, o vice-presidente Hamilton...

  • Bolsonaro usa helicóptero e anda a cavalo para prestigiar ato na Esplanada contra STF e Congresso
    Política
    Folhapress

    Bolsonaro usa helicóptero e anda a cavalo para prestigiar ato na Esplanada contra STF e Congresso

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) requisitou um helicóptero oficial para sobrevoar a Esplanada dos Ministérios neste domingo (31) e prestigiar mais uma manifestação a favor de seu governo e contra o STF (Supremo Tribunal Federal) e o Congresso. Depois, desceu e caminhou para cumprimentar seus apoiadores que estavam em frente ao Planalto. Ele não utilizava máscara, obrigatória no Distrito Federal como medida de combate à Covid-19. Em seguida, andou a cavalo diante de manifestantes. o presidente não deu declarações. Na domingo passado (24), o presidente também havia utilizado um helicóptero para sobrevoar a área. Desta vez, uma carreata e pessoas à pé se dirigiram à Praça dos Três Poderes, onde um grupo se aglomerou à espera do presidente da República. O helicóptero, em um passeio de 40 minutos, deu pelo menos seis voltas na Esplanada e pousou por volta das 12h no Palácio do Planalto. O ministro da Defesa, Fernando Azevedo, acompanhou o presidente. Após cumprimentar apoiadores, em frente ao Planalto, Bolsonaro retornou ao Alvorada de helicóptero. Como tem ocorrido constantemente, o STF foi o principal alvo das palavras de ordem e das placas carregadas por manifestantes. ​Placas afirmavam: "Supremo é o povo" e "Abaixo a ditadura do STF". Faixas faziam ataques ao Supremo e pediam intervenção militar. Congressistas foram chamados de corruptos. Manifestantes demonstraram ainda apoio aos ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Abraham Weintraub (Educação). "Fake news não é crime", dizia uma faixa. O número de manifestantes deste domingo era um pouco maior do que o da semana passada. Neste sábado (30), sem compromissos oficiais previstos, Bolsonaro também usou um helicóptero, desta vez para visitar cidades de Goiás que ficam próximas a Brasília. De acordo com imagens publicadas por apoiadores nas redes sociais, sem usar máscara, o presidente causou aglomeração em uma lanchonete no município de Abadiânia, contrariando orientações sanitárias e repetindo cenas provocadas por ele durante a pandemia do coronavírús. No início da madrugada deste domingo, um grupo de pessoas mascaradas carregando tochas protestou em frente ao STF (Supremo Tribunal Federal). Os manifestantes eram liderados por Sara Winter, investigada no inquérito contra fake news que tramita no STF. Ela é um dos líderes do chamado movimento "Os 300 do Brasil", grupo armado de extrema direita formado por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro que acampam em Brasília. Com máscaras, roupas pretas e tochas, o grupo, formado por poucas dezenas de pessoas, desceu a Esplanada e, segundo imagens divulgadas por eles nas redes, se posicionou em frente ao Supremo. Mais cedo, Bolsonaro voltou a fazer ataques à imprensa em publicação em redes sociais. "O maior dos FAKE NEWS é o 'gabinete do ódio' inventado pela imprensa", afirmou, em referência ao grupo alvo de investigação no inquérito das fake news. "Até o momento a Folha, Globo, Estadão... não apontaram uma só fake news produzida pelo tal 'gabinete'", afirmou. Depois, Bolsonaro falou em "mídia podre" e citou ações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre disparos de mensagens em massa de WhatsApp na campanha eleitoral. "Será que, se eu chamar essa imprensa e negociar com ela alguns BILHÕES DE REAIS em propaganda, tudo isso se acaba?", afirmou.