Transexual é morta a tiros no PR: “Pode ser crime de ódio ou feminicídio”, diz delegado

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Natasha não resistiu aos ferimentos e morreu no local - Foto: Reprodução/RPC
Natasha não resistiu aos ferimentos e morreu no local - Foto: Reprodução/RPC
  • Natasha estava com uma amiga quando foi chamada por um carro e alvejada

  • A transexual conseguiu correr, mas caiu morta a metros de onde foi baleada

  • O assassino morreu momentos depois, em confronto com a polícia

Uma transexual foi morta a tiros na noite da última quarta-feira, em Londrina, no Paraná. Natasha Galvão tinha 26 anos e não resistiu aos ferimentos causados pelo motorista de uma caminhonete preta.

O episódio foi registrado por uma câmera de segurança na Rua Cabo Verde. As imagens mostram o veículo parando na via e chamando por Natasha, que vai em direção ao vidro do motorista. Ao se aproximar, porém, ela é baleada.

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Natasha ainda consegue correr para chamar socorro, mas cai metros depois. Ela morreu no local.

O crime está sendo investigado pela Polícia Civil. O delegado-chefe de Homicídios de Londrina, João Batista dos Reis, explicou que ainda não é possível afirmar o motivo do assassinato.

Câmera de segurança mostrou momento em que Natasha é baleada - Foto: Divulgação/PM
Câmera de segurança mostrou momento em que Natasha é baleada - Foto: Divulgação/PM

“O que sabemos é que Natasha estava no local junto com uma travesti, foi chamada por esse motorista e depois baleada. Ainda é prematuro afirmar o que motivou, vamos investigar todas as possibilidades. Pode ser crime de ódio, homicídio ou feminicídio”, declarou ao G1.

Motorista morreu após confronto com a polícia.

Responsável pelos tiros que mataram Natasha, o motorista, que não teve a identidade revelada, também morreu momentos depois, alvejado em confronto com a polícia.

Testemunhas divulgaram informações sobre o carro do rapaz a agentes, que encontraram a caminhonete na saída da cidade para Ibiporã. O motorista bateu o veículo, iniciou troca de tiro com os policiais e acabou morto.

Segundo informações da Polícia Civil, o rapaz possuía extensa ficha criminal. Ele tinha passagens por tráfico de drogas, associação para o tráfico, posse ilegal de arma de fogo e homicídio.

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