Trump volta a questionar legalidade de votos na Pensilvânia, onde Biden lidera

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente dos EUA e candidato à reeleição, Donald Trump, repetiu neste sábado (7) as acusações sem base legal contra a apuração dos votos no estado da Pensilvânia, decisivo para a corrida à Casa Branca. "Dezenas de milhares de votos foram recebidos ilegalmente depois das 20h na terça-feira, dia da eleição, mudando total e facilmente os resultados na Pensilvânia e em alguns outros estados frágeis", escreveu o republicano em uma publicação no Twitter. "Por outro lado, centenas de milhares de votos foram ilegalmente proibidos de serem monitorados." O presidente também fez referência a grupos de manifestantes que têm se reunido em locais de apuração dos votos para protestar. "As pessoas gritavam: PARE A CONTAGEM e EXIGIMOS TRANSPARÊNCIA (visto que os Observadores Legais não puderam entrar nas salas de contagem)!" Na verdade, uma decisão da Justiça federal na última quinta-feira (5) rejeitou um pedido da campanha de Trump para suspender a votação no estado e garantiu que a apuração fosse acompanhada pelo mesmo número de representantes republicanos e democratas. Houve recurso à Suprema Corte, que reafirmou uma decisão já tomada pela instância estadual segundo a qual os votos recebidos depois do dia 3, que Trump vem chamando de "ilegais", sejam contabilizados de forma separada.