Porte de armas: TSE e Polícia Civil analisam como fiscalizar CACs nas eleições

TSE preocupado com armas: Moraes autorizou o reforço na segurança do pleito em 568 localidades de 11 estados - Foto: REUTERS/Adriano Machado
TSE preocupado com armas: Moraes autorizou o reforço na segurança do pleito em 568 localidades de 11 estados - Foto: REUTERS/Adriano Machado
  • Alexandre de Moraes se reúne com Conselho Nacional de Chefes da Polícia Civil;

  • Encontro teve como objetivo debater como fiscalizar armas de CACs nos locais de votação;

  • Porte de armas foi proibido nos dias de eleição do 1º e 2º turno.

O ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se reuniu nesta terça-feira (20) com o Conselho Nacional de Chefes da Polícia Civil para discutir como fiscalizar o porte de armas no período eleitoral, incluindo as que pertencem aos CACs (caçadores, atiradores e colecionadores).

Conforme determinado pelo TSE, não será permitido andar armado nas seções eleitorais - ação que será enquadrada como crime eleitoral e porte ilegal de arma. O objetivo da medida é proteger eleitores, candidatos, juízes, promotores eleitorais e mesários. Celulares também são proibidos e o eleitor deverá entregar o aparelho ao mesário antes de votar.

Durante a reunião, os participantes apontaram a necessidade de ter um canal de troca de informações rápido entre as polícias e a Justiça Eleitoral. A ideia é que o Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil indique cinco membros para o Núcleo de Inteligência, sendo um para cada região do Brasil.

Focado em combater a violência no período eleitoral, Moraes autorizou, no sábado passado (17), o envio de militares das Forças Armadas para reforçar a segurança do pleito em 568 localidades de 11 estados. Nesta terça-feira, o Ministério da Defesa informou que vai apoiar o TSE com o envio de tropas para garantir a logística de distribuição das urnas e a segurança das eleições.

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