Tudo o que não precisamos é de arroubos antidemocráticos no 7 de Setembro, diz Pacheco

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Presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco
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Por Maria Carolina Marcello

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Congresso Nacional e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse esperar que eventuais manifestações políticas que ocorram no dia 7 de Setembro sejam "respeitosas" e avaliou que o país não precisa de "arroubos antidemocráticos" enquanto comemora seus 200 anos de independência.

Pacheco chamou atenção, ainda, para a responsabilidade institucional de autoridades --em especial os chefes dos Poderes-- de acalmar os ânimos e conter ataques à democracia.

"Tudo o que nós não precisaríamos é no dia 7 de Setembro celebrando os 200 anos de independência do Brasil termos manifestações que busquem violar a Constituição, que busquem serem arroubos antidemocráticos, que questionem a obviedade daquilo que é uma realidade no Brasil, que nós vivemos e continuaremos a viver: no Estado Democrático de Direito", disse o presidente do Congresso em evento da XP.

"As manifestações de cunho político que possam se dar no dia 7 de Setembro, tudo o que espero, que sejam ordeiras, que sejam pacíficas, que sejam respeitosas às instituições. E o papel de nós, agentes públicos, o papel das instituições, o papel da Presidência da República, o papel do presidente do Congresso, do presidente do Supremo, de todas as instâncias, é um papel muito importante de pacificação e de conter eventuais arroubos antidemocráticos", defendeu.

O presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL), que construiu parte da sustentação de seu governo a partir de um discurso de proximidade com as Forças Armadas, está convocando apoiadores a participar de um comício em 7 de Setembro na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Ele também determinou que os militares desfilem lá em vez do local habitual no centro da cidade.

Bolsonaro e apoiadores vêm promovido reiterados ataques à segurança e confiabilidade das urnas eletrônicas, sem qualquer prova que comprove as afirmações.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), seus representantes e outras autoridades da República, caso do próprio Pacheco, têm reafirmado que o sistema eletrônico de votação é confiável, seguro e transparente.

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